Processo contra dissidentes do MDB continua em análise no conselho de ética

Prefeitos e vereadores do MDB não apoiaram a candidatura de Daniel Vilela para compor com o democrata Ronaldo Caiado

Reprodução

O deputado federal Pedro Chaves (MDB) disse em entrevista que o Conselho de Ética do partido continua analisando os processos que envolvem os membros dissidentes. Durante a campanha para o governo de Goiás, prefeitos e vereadores filiados ao Movimento Democrático Brasileiro deixaram de apoiar Daniel Vilela (MDB), líder do partido no estado, para compor a campanha de Ronaldo Caiado (DEM), eleito no dia 7 de outubro.

O deputado conta que tem processos de defesa desses integrantes que não apoiaram Vilela e, também, de análise pelo conselho de ética. Em convenção, o partido havia decidido que os prefeitos e vereadores filiados deveriam apoiar os candidatos escolhidos na reunião ou responderiam processo ético-disciplinar. “Nós ainda não sabemos o posicionamento do conselho, e então vamos aguardar o resultado”, explica Chaves.

O MDB, no entanto, com a vitória de Caiado, decidiu deixar os membros tomarem decisões independentes em relação ao futuro governo. Ou seja, cada membro decide se vai apoiar ou fazer oposição durante a gestão do democrata. Para Chaves, essa foi a melhor decisão, considerando a divisão durante a campanha.

Chaves ainda disse que, apesar de haver processos éticos, não acredita que expulsão de nomes dissidentes seja uma boa ideia neste momento. “Acho que a gente tem que esperar sarar as feridas para unirmos o partido no próximo ano”, pontuou.

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