Meta do PT goiano é eleger quatro deputados estaduais, o que daria ao partido o dobro da representação atual na Assembleia Legislativa

Presidente regional do PT em Goiás, Katia Maria deve compor o grupo de candidatos do partido a uma vaga na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) nas eleições de outubro deste ano. Ela é a primeira suplente do vereador Mauro Rubem (PT), que também é pré-candidato da sigla ao legislativo estadual. Além dos dois, devem estar na chapa do PT a ex-deputada federal Marina Sant’Anna; o deputado Antônio Gomide, que busca a reeleição; e o policial rodoviário federal Fabrício Rosa, ex-candidato ao Senado e à Câmara de Goiânia.

O PT chegou a começar a organização de uma chapa completa, com 18 candidatos e candidatas a deputados federais e 42 estaduais, números máximos permitidos pela legislação, até que a questão das federações transformou o plano. Agora, o número total de vagas deve ser dividido com outros dois partidos, PCdoB e PV. Além desses, o PSB já esteve próximo da aliança e chegou a dar uma recuada, mas ainda não foi descartado pela liderança nacional da legenda.

Para a disputa federal, o PT trabalha com nomes como o já deputado federal Rubens Otoni, que tentará mais uma reeleição; a delegada Adriana Accorsi, que deixará a Alego em busca de uma cadeira no Congresso Nacional; o ex-reitor da Universidade Federal de Goiás (UFG), Edward Madureira; e a liderança do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Valdir Misnerovicz. “Vamos filiar na próxima o professor Edward, ex-reitor da Federal [a Universidade Federal de Goiás, UFG], e filiei no último sábado o Valdir [Misnerovicz] do MST, que é uma liderança do campo, uma candidatura extremamente estratégica porque estamos num estado que a agricultura tem relevância”, explica Katia Maria.

Nas urnas, a meta do PT goiano é que sejam eleitos de dois a três deputados federais e quatro estaduais, o que daria ao partido o dobro da representação atual na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados, em Brasília.