Bia de Lima acusou adversário de não prestar contas quando era diretor de regional e afirmou que sindicato está bem melhor depois que ela assumiu

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), Bia de Lima, respondeu, nesta segunda-feira (30/1) as acusações de Delson Vieira, que pretende concorrer contra ela na sua tentativa de reeleição, em 2017. Segundo a sindicalista, seu adversário nem pode entrar na disputa, o que “talvez seja o motivo de ele ficar esbravejando”.

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Bia explicou que o novo estatuto do Sintego proíbe que ex-presidentes de regionais que não prestavam contas concorram nas eleições. De acordo com ela, esse é o caso de Delson: “Por mais que a gente cobrasse ele não prestava, demorava mais de um ano”. “Com base no novo estatuto, quem não prestava contas, quem dilapidou o patrimônio, quem processa o Sintego e faz campanha de desfiliação não pode disputar”, alfinetou.

Comentando também as acusações de Delson de que ela não deixará nenhum legado na sua gestão em frente ao Sintego, Bia disse que as responderia com fatos. “Temos inúmeros exemplos, inclusive da lei que conseguimos aprovar para que o piso fosse automático. Se não teve greve ano passado, foi por causa do Sintego.”

Ela destacou ainda a construção de dois clubes para os professores em Caldas Novas e em Aparecida de Goiânia. “Mostramos para a categoria para onde vai o dinheiro arrecadado, o Sintego está muito melhor agora do que quando eu assumi”.

Por fim, a atual presidente rechaçou as acusações de que faz uma administração pautada na intimidação. “Eu não faço um trabalho amparado na maldade, na rasteira, tenho atuação firme e seriedade na minha carreira, não me vendo a governo nenhum. Já ele, se vendeu com o objetivo de conseguir o Sintego para ele”, declarou ela.