Presidente do Sintego critica greve dos professores: “Querem enfrentamento político”

Bia de Lima diz que sindicato conseguiu “a melhor negociação dos últimos tempos” e que grevistas “expõem e colocam em risco toda a categoria”

Bia de Lima é contra paralisação | Foto: reprodução / Sintego

Bia de Lima é contra paralisação | Foto: reprodução / Sintego

Bruna Aidar

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), Bia de Lima, criticou, na manhã desta sexta-feira (17/4), a greve dos professores da Rede Municipal de Educação.

Em entrevista ao Jornal Opção Online, ela afirmou que o Sintego não participa do movimento promovido pelo Sindicato Municipal dos Trabalhadores da Educação em Goiás (Simsed) — o qual classificou como uma ação de “enfrentamento político”.

A presidente ressalta ainda que o Sintego entende que o direito de greve é legítimo, mas “opta sempre pela negociação”. Ainda sobre a paralisação, Bia de Lima afirmou que o movimento expõe e coloca em risco toda a categoria.

Com base em conversas com a Prefeitura de Goiânia, “o Sintego conseguiu a melhor negociação dos últimos tempos”, afirma ela.  Na segunda-feira à noite, o sindicato conseguiu a aprovação do quinquênio de 10%; do pagamento automático do piso salarial a partir de janeiro; reajuste de 26% no auxílio locomoção; entre outros pontos defendidos.

14 respostas para “Presidente do Sintego critica greve dos professores: “Querem enfrentamento político””

  1. Avatar leonardo disse:

    Ela não participa do movimento porque o movimento recusa qualquer pelego que tente manobrar a categoria. Só por isso. Ao invés de ficar calada, reduzir-se à insignificância que o sintrego se tornou, ficam tentando desqualificar o movimento legítimo dos trabalhadores da educação. Sim, legítimo, porque o que legitima o movimento é a categoria, e não um grupinho que se diz “em defesa dos trabalhadores” quando na verdade está trabalhando para o patrão. O que dizer de um sindicato petista, qual inocente ainda acredita que vão defender os interesses dos trabalhadores, e não do partido? O comando de luta, o SIMSED são uma resistência à falta de escrúpulos do tal “sindicato oficial”, e a incompetência e imoralidade do “tal sindicato” é exatamente a razão do SIMSED existir. Qualquer um com o mínimo de bom senso percebe o que o “tal sindicato oficial” faz: trabalhar para a prefeitura. Gastam nosso dinheiro da “contribuição” sindical (uma fortuna, diga-se de passagem) pra passar de escola em escola, em tempos de greve iminente pra derrubar e desqualificar um movimento absolutamente legítimo e justo dos trabalhadores da educação. Que sindicato é esse que trabalha contra o trabalhador? NÃO NOS REPRESENTA. Vão para o Estado, se é que existe alguém por lá que lhes dê crédito. No município, eles não são bem-vindos. E sabem disso.

  2. Avatar Pedro Bó disse:

    As coisas se inverteram.É o capim comendo a vaca. Ao invés da presidanta do Sintego defender a categoria faz é criticar a luta por direitos. Sindicato quem que representar a categoria, seja a pauta que for. Sindicato não é partido. Toma vergonha Bia de Lima, Iêda Leal, Mauro Rubem, Fátima Veloso e companhia ltda. Vocês são uma vergonha!

  3. Avatar Marcelo Andradina disse:

    Pelega de 4 costados

  4. Avatar Karla disse:

    Vamos descrendênciar, isso serve também para eu fazer, pois ainda deixo descontar do meu pagamento. Um absurdo, um sindicato que se diz defender nossos interesses e agir dessa forma, contra os trabalhadores. Cadê nossa data base de 2014, 2015? Cadê nossa titularidade? Cadê funcionários suficientes para a demanda do município? Cadê agentes educativos para todas as salas de aula da pré- escola? Cadê merenda digna para nossos alunos? Indignada…

  5. Avatar Cristina disse:

    Quando ela negociou tudo isso? Se ela acha que é enfrentamento político porque toda categoria vai nas assembléias deliberadas pelo Simsed? O Sintego já tentou conversar com a categoria ? Não. Sabe porquê? Porque eles recebem a verba sindical mesmo sem ter toda categoria a seu favor. Então o que importa só o dinheiro. Alguém já questionou o Sintego sobre o que eles fazem com o dinheiro que recebem? Porque pra categoria não fazem nada. Quais as questões o Sintego defende a classe dos trabalhadores em educação? Olha o Caos que esta o IMAS. O que o Sintego fez quando o governo do estado tirou o quinquênio dos professores do estado? Olha agora a terceirização da educação? Eles perguntaram a categoria? Convocaram alguma assembléia pra discutir isso? Quem esta fazendo enfrentamento politico?

  6. Avatar Eliz disse:

    Uma verdadeira enganação essa senhora que diz representante dos interesses da categoria- educação, ela não conviesse mais ninguém, depois de permitir a destruição da carreira do magistério em Goiás, tenta convencer os municípios, faz nada, suas assembléias não vão quarenta pessoas. Chega de Sintego, precisamos votar na extinção deste sindicato pelego.

  7. Avatar Rogério disse:

    Esse sindicato é uma vergonha, essa diretoria ilegítima vem ganhando no grito há muito tempo, com notícias fabricadas, manifestações vazias e se apropriando da luta de outros. Se houveram conquistas, ocorreram graças à luta da categoria com o SIMSED, esse falso sindicato só tem jogado areia no movimento. Fosse por eles, as mudanças impostas pelo prefeito seriam concretizadas e ainda aplaudidas. #nojo dessa corja.

  8. Avatar Antonio Alves disse:

    Vou pedir meu descredenciamento e cobrar na justiça as contribuições descontadas em folha. Aff!

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