Presidente do Banco Central avalia taxa de rejeição do Pix

Segundo ele, índice é semelhante ao do DOC, que atinge a faixa dos 5%

Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central. │ Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Opresidente do Banco Central (BC) Roberto Campos Neto, disse que a taxa de rejeição de transferências e pagamentos por meio do Pix ficou entre 6,5% e 6,7% , ontem, terça-feira, 17. O índice é menor do que o registrado no dia 16, primeiro dia de funcionamento pleno do novo sistema que foi de 9%.

Campos Neto explicou que a rejeição ocorre quando há inserção de dados incorretos, como o número do CPF, e citou também que várias tentativas de achar uma chave fazem o sistema cair, como uma medida de segurança. Ainda de acordo com o presidente do BC, esse número é próximo ao número de transferências do DOC, que é de 5%.

Segundo ele, é possível fazer transferências ou pagamentos sem ter uma chave de segurança, inserindo os dados da mesma forma que o cliente bancário faz quando envia um DOC. Mas o processo no PIX é mais rápido com a chave e há redução da possibilidade de erro.

“Entendemos que é um processo que vai avançar bastante nos próximos dias. Isso tende a melhorar à medida que as pessoas cadastrem mais chaves, os negócios usem mais chaves”, disse Campos Neto. O presidente do BC ainda ressaltou que o sistema do Pix não apresenta instabilidades e que possui maior capacidade para operações financeiras do que as que estão sendo feitas nesses primeiros dias do sistema.

 

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