Presidente da Funasa é acusado de assédio moral

A denúncia é do servidor Thiago Vieira, que fala em “ambiente de trabalho tóxico” e em “esgotamento físico e mental”

O presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Giovanne Gomes da Silva, é acusado de assédio moral por servidores. A denúncia saiu na revista “Veja” na quarta-feira, 10.

Por não concordar com a atuação de Giovanne Gomes, o coordenador de Execução Orçamentária da Funasa, Thiago Vieira, pediu exoneração. O servidor sustenta que o dirigente da fundação persegue e assedia “moralmente no trabalho”.

Giovanne Gomes da Silva é presidente da Funasa | Foto: Reprodução

A denúncia diz que as ações de Giovanne Gomes provocaram “esgotamento físico e mensal”, o que acabou por tornar “o ambiente de trabalho bastante tóxico”. Thiago Vieira garante que o executivo da Funasa desrespeita as “regras elementares de urbanidade e liderança”, o que, postula, resultam em “assédio moral”. Tal atitude é prevista, frisa, na cartilha do CNMP.

“Restei reduzido a mero carimbador das decisões tomadas por vossa excelência em conjunto com meus subordinados. Quando se tem responsabilidade por uma unidade, sem se ter sobre ela a autoridade, gera-se uma situação perigosa tanto para o gestor quanto para a instituição”, sublinha Thiago Vieira.

A reportagem de “Veja” contém dois problemas, porém: não ouviu Giovanne Gomes e, apesar de contar que o presidente assedia “servidores” (no plural) moralmente, menciona apenas um caso.

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