Presidente da Adial diz que ProGoiás será ferramenta importante no pós-crise do coronavírus

Segundo ele, as divergências sobre o novo programa de incentivo industrial que substitui os programas Fomentar e Produzir foram superadas com muito diálogo, que possibilitaram uma sinergia entre empresários e governo em busca do desenvolvimento do Estado

Indústria goiana | Reprodução

Para o presidente executivo da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial de Goiás (Adial), Edwal Portilho, o Chequinho, o ProGoiás será uma importante ferramenta durante a crise e no pós-crise da pandemia do novo coronavírus.

Chequinho defende que o Protege aliado à nova lei ambiental, que é desburocratizada sem perder a sustentabilidade, e investimentos em infraestrutura devem colocar Goiás em um novo patamar.

“Queremos articular um pacote de ações para o setor produtivo melhorar o ambiente de negócios, pois, temos matéria-prima e um parque industrial grande, o 7º do país. O nosso desafio é estabelecer metas para chegarmos à 6º posição no parque industrial e colocar Goiás no ranking logístico mundial”, prospecta.

Edwal Portilho | Foto: Divulgação

Segundo ele, as divergências sobre o novo programa de incentivo industrial que substitui os programas Fomentar e Produzir foram superadas com muito diálogo, que possibilitaram uma sinergia entre empresários e governo em busca do desenvolvimento do Estado.

“Na tramitação do ProGoiás, a mudança da postura do governo em abrir para o diálogo e ouvir os empresários, que convivem há 30 anos com incentivos em Goiás, foi essencial para chegarmos ao momento atual”, destaca o representante da Adial.

Chequinho aponta que o programa mais simples e que já existe em outros estados sofre adaptações para ser operacionalizado em Goiás e que ele representa a aceitação de um modelo por crédito outorgado. “É moderno, simplificado e oferece condições de agilidade”, defende.

Segundo ele, a proposta aprovada ficou com uma redação interessante, ao resguardar os programas de incentivo e dar condições diferenciadas para alguns setores em relação ao Protege. “Agora, é preciso que o governador Ronaldo Caiado (DEM) assine o decreto que regulamenta e o software seja disponibilizado, o que deve demorar mais uns 120 dias”, explica.

“Ninguém avança sozinho, estamos de mãos dadas para sair da crise e gerar empregos. O ProGoiás e o licenciamento ambiental, são sinais claros de que o governo quer esse diálogo e essa experiências precisam ser aproveitadas e não combatidas”, conclui Chequinho.

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