Prefeitura libera funcionamento do comércio a partir de segunda-feira; Lojas da Rua 44 podem reabrir no dia 30

Decreto já está assinado, mas deve ser publicado somente na sexta-feira, 19. Portaria vai permitir a reabertura de shoppings, comércio varejista e profissionais liberais

Walison Moreira, titular da Sedetec, em coletiva nesta quinta-feira, 18 | Foto: Eduardo Pinheiro

Em coletiva no Paço Municipal sobre possível flexibilização de setores do comércio, a prefeitura comunicou que o decreto não será publicado ainda nesta quinta-feira, 18, porém já está assinado e valerá a partir da próxima segunda-feira, 22. Em reunião anterior à coletiva, o Comitê de Gestão de Crise definiu os segmentos que seriam reabertos: comércio varejista e serviços, profissionais liberais e shoppings centers.


Para a liberação, o comitê determinou um protocolo com 40 medidas de proteção, dentre elas, o uso obrigatório de máscaras, com multa de R$627 para quem for pego pela Guarda Civil Metropolitana descumprindo a regra.

A liberação ainda não atinge a Região da 44, prevista para reabertura apenas no dia 30 de junho. Outros setores, como academias, bares e restaurantes ainda não possuem previsão de lliberação e estão sujeitos a avaliações epidemiológicas.

Walison Moreira, secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Ciência e Tecnologia (Sedetec), garantiu que medidas sanitárias serão tomadas para garantir a segurança da população. “Reforço na fiscalização para orientação do uso de EPI. Ampliando capacidade de fiscalização em casos extremos, a GCM pode aplicar multas”, falou.

“Os índices baixos de isolamento social nos indica como já não podemos segurar. Neste sentido, a flexibilização servirá para controlo, pois já havia registro de funcionamento clandestino, além do aumento de ambulantes”, pontuou Walison. “Se percebermos que há aumento descontrolado da doença podemos aumentar números de protocolo e até retroagir para o fim dos atendimentos presencial”, disse.


De acordo com Zilma Peixoto, secretária municipal de Planejamento Urbano, para flexibilizar algumas atividades foram consideradas as condições socioeconômicas. “Mas com a obrigação de tomada de medidas médico sanitárias. É preciso olhar agora a questão econômica, pois há famílias precisando”, falou.


“A sociedade clama por isso e vai cooperar. Até para que possamos aumentar novas atividades”, apostou Zilma. Para shoppings centers, por exemplo, ela conta que haverá controle de circulação de pessoas. “Ficamos muito tranquilos neste sentido. O shopping, por ser fechado, tem condições de monitoramento. É por isso que vamos fazer da 44 um shopping aberto”, acrescentou.

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