Prefeitura de Goiânia multa Villa Mix em R$ 10 mil por poluição sonora

Evento ocorreu no dia 6 de setembro, no estacionamento do Estádio Serra Dourada

Vista aérea do festival de 2015

Vista aérea do festival de 2015 | Foto: reprodução / site oficial

A organização do festival Villa Mix 2015 foi autuada pela Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) por poluição sonora. O evento ocorreu no último dia 6, no estacionamento do Estádio Serra Dourada, em Goiânia.

De acordo com a pasta, a fiscal responsável pelo monitoramento do festival lavrou auto de infração no dia da festa por detectar poluição nos três pontos em que foi realizada medição do nível de intensidade sonora. A multa estabelecida foi no valor de R$ 10 mil.

A edição deste ano do Villa Mix chegou a ser alvo de fiscalização da Prefeitura de Goiânia por exploração comercial do estacionamento do Serra Dourada, sem o devido pagamento de imposto. Ao Jornal Opção, a assessoria da P9 Promoções e Produções Artísticas, que organiza o evento, garantiu que todas obrigações tarifárias foram cumpridas.

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4 respostas para “Prefeitura de Goiânia multa Villa Mix em R$ 10 mil por poluição sonora”

  1. Epaminondas disse:

    R$ 10 mil diante do arrecadado com este festival de atrocidades, eles pagam rindo. Ano que vem, poderão fazer inclusive 10 vezes mais barulho que ainda estará em conta. A Prefeitura topa multar, afinal arrecadação nunca é demais e a força de vontade em lacrar portões, é de menos.

    Sério mesmo que há suspeita de exploração comercial do estacionamento do Serra Dourada? A Prefeitura deveria dar o exemplo, já que fez 4 dias de festança no mesmo local, o “Arraial do Cerrado”, durante as festas juninas. Os vizinhos ao Serra que se lasquem com o barulho. Duvido que algum fiscal da prefeitura foi lá conferir os decibéis.

    • Mark Lawrence disse:

      Festival de atrocidades porque? Prove com fatos o que voce está falando.

      • Epaminondas disse:

        Felizmente eu não poderei provar, já que não escuto sertanejo. Ao menos, não deliberadamente. Mas sou frequentemente exposto àquela riqueza musical, àquelas letras profundas, aqueles ritmos elaborados. Assim que acaba a exposição a esta atrocidade, faço questão de esquecer logo o que ouvi. Felizmente é muito fácil, já que nem para música chiclete, sertanejo serve.

        Ser fácil de esquecer nem sequer é mérito de quem faz questão de ter as orelhas melhor frequentadas: Os fãs também esquecem esta porcaria rapidamente. Vide que nenhum “sucesso” dura mais do que seis meses. Felizmente, né? Hoje ninguém mais lembra do “Camaro amarelo“ ou o “Leilão do Coração”. Fazer o quê, a coisa perece mais rápido que queijo. E fede bem mais.

        Mas não condeno quem tem tão pouca cultura e tolera aquele pessoal de cabelo espetado cantando red bull com red label na boate, esnobando a mulher que lhe deu um fora. Se querem se entupir dessa gororoba (red label, red bull e sertanejo), azar o deles. Mas poderiam fazer isto longe de zonas habitadas. A Prefeitura, no seu papel de zelar pela qualidade da vida urbana, poderia poupar os pagadores de impostos de ter sua vida atrapalhada por um festival cujo o objetivo principais são: Pegação; roubo de celular; lucrar com a falta de cultura musical generalizada.

        Mas quando vai ver, todos na Prefeitura se amarram no tal “sertanejo universitário” (um nome que tem pouco a ver com o que se trata de verdade, o pior do sertanejo com a lástima do funk carioca) e acham que o festival é bom para a cidade, porque é bom para eles individualmente.

      • Ramon disse:

        O “tal sertanejo universitário” é o cargo chefe do Brasil, vindo lá de trás desde as origens do Sertanejo Raiz.

        Entendo sua reclamação em decorrência do alto incômodo sonoro, mas agora vomitar críticas aos apreciadores do ritmo é demais.

        Cansado de ouvir sertanejo? Mude-se de Goiânia, mas vá para o interior e se isole num sítio ou qualquer buraco que seja, pois o “tal sertanejo universitário” tá presente nos quatro cantos do país!

        Abraços!

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