Prefeito do DEM declara apoio à reeleição do senador Wilder Morais

Nick Barbosa, de Minaçu, elogia trabalho do senador do PP e se junta a mais de 170 prefeitos que já trabalham pela candidatura

O prefeito de Minaçu, Nick Barbosa (DEM), é o mais novo chefe de Executivo municipal a declarar apoio à candidatura de reeleição do senador Wilder Morais (PP). Mais de 170 prefeitos  de todo o Estado iniciaram neste mês de setembro um movimento para garantir que Wilder tenha lugar na chapa majoritária da base aliada do governador Marconi Perillo (PSDB).

“Não tenho problema com a base do governador Marconi Perillo ou quem quer que seja. Vou apoiar quem mostrar trabalho e estiver disposto a ajudar Goiás, como tem feito o senador Wilder”, declarou o prefeito do DEM.

“Vou subir no palanque de quem ajudar Minaçu. Meu candidato a senador já está fechado. É o senador Wilder”, garantiu. Nick Barbosa também adiantou que deve apoiar candidatos à Assembleia e Câmara dos Deputados alinhados à base do governo.

O prefeito aposta na candidatura de Caiado ao governo do Estado, mas reitera que terá liberdade para escolher quem apoiar para os demais cargos nas eleições do ano que vem. “Caiado me deu espaço quando ninguém me enxergava e sou grato a isso. Mas meu partido agora é Minaçu. Fui eleito sem ajuda de ninguém e me responsabilizo em apoiar quem for melhor para a cidade”, afirmou.

Ao Jornal Opção, o prefeito conta que encontrou a prefeitura em situação financeira crítica e que ainda tenta colocar a casa e ordem. “A crise ainda não foi superada. A arrecadação caiu muito e a despesa continua alta. Diminuímos pessoal, cortamos na carne mesmo, mas com o aumento da gasolina e dos salários, posso dizer que a situação ainda é difícil”, relatou.

Nesta semana, ele deve ter uma audiência com o senador do PP para levar demandas de Minaçu ao parlamentar. Segundo ele, os gargalos mais urgentes são a dificuldade na geração de energia e no transporte entre Minaçu e o município de Cavalcante, separados pelo Rio Maranhão. “A população de Cavalcante fica praticamente ilhada. Precisamos de uma ponte, estrada ou balça, algo que possa melhorar essa ligação. Hoje a comunidade Kalunga daquela região tem que fazer a travessia com canoas”.

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