Prefeito de São Simão, preso suspeito de crime sexual, permanece em silêncio durante depoimento

As investigações continuam em andamento e devem ser concluídas na próxima semana. Até a tarde desta quinta-feira, seis vítimas haviam procurado o MP-GO

O Ministério Público de Goiás (MP-GO) ouviu, nesta quinta-feira, 29, na sede do Centro Integrado de Investigação e Inteligência (CIII), em Goiânia, o prefeito de São Simão, Francisco Assis Peixoto, preso, por envolvimento em crime sexual praticado contra um menor de idade, em cumprimento de mandado expedido pelo juízo da comarca de São Simão, na quarta-feira, 28, na Operação Paideia. Ele utilizou o direito constitucional de permanecer em silêncio.

As investigações continuam em andamento e devem ser concluídas na próxima semana. O MP-GO está à disposição para receber depoimentos de outras possíveis vítimas e que as denúncias podem ser encaminhadas por intermédio do sistema MP Cidadão (https://www.mpgo.mp.br/portal/pagina/atendimento-ao-cidadao) ou pelos telefones da Promotoria de Justiça de São Simão (64 3658-1242 e 64 99347-4647). Os nomes dos denunciantes permanecerão em sigilo.

Em razão de o processo estar em segredo de Justiça, não podem ser fornecidas informações ou detalhes do caso. Até a tarde desta quinta-feira, seis vítimas haviam procurado o MP-GO.

A Operação Paideia foi realizada pelo MP-GO e pela Polícia Civil na quarta-feira, com o cumprimento de três mandados de busca e apreensão, em São Simão, e de prisão preventiva em Goiânia. Participaram da operação 4 promotores de Justiça, 4 delegados da Polícia Civil e 12 policiais civis. O Centro de Inteligência do MP-GO apoiou a operação.

Paideia é um termo do grego antigo, que procura sintetizar a noção de educação na sociedade grega clássica. O termo tem relação com a educação voltada para as crianças, referindo-se à educação familiar, bons modos e princípios morais.

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