Preço do gás de cozinha varia em até 30%, segundo Procon Goiânia

O órgão afirma que, como pessoas cozinham mais em casa durante a quarentena, procura pelo produto e seus preços foram elevados

Em função do isolamento em casa como medida de combate à pandemia do coronavírus, o consumo do gás de cozinha foi elevado. A maior procura do gás também aumentou o preço do produto nas revendas. Com objetivo de controlar a elevação do valor do produto, o Procon Goiânia realizou entre os dias 3 e 8 de julho uma pesquisa de preços do gás de cozinha na capital.  

O Procon coletou preços de gás de cozinha de 13 quilos e de 45 quilos em 24 estabelecimentos espalhados por vários bairros de Goiânia, com valores diferenciados para retirada no local ou entrega em domicílio. O levantamento do Procon demonstra que, ao pesquisar preços, o consumidor pode economizar até R$ 20 na compra do gás de cozinha, variação de 30% no preço do produto. 

De acordo com uma pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do gás de cozinha em Goiânia é de R$72,81. Podendo variar entre R$ 70 e R$ 75. Em Goiânia, o menor preço encontrado para o botijão de 13 quilos (o mais usado em residências), sem taxa de entrega, foi de R$ 60 e, o maior, de R$ 75, uma variação de 25%. Com a entrega em domicílio, os valores variam de R$ 65 a R$ 85,00, variação de 30,77%.

Foi detectada variação de 47,83% no valor do cilindro de 45 quilos, utilizado em apartamento, comércio, bares e restaurantes – com preços entre R$230 e R$340. O vasilhame do botijão de 13 quilos foi encontrado entre R$ 160 e R$ 230, uma diferença de 43,75%. O vasilhame do cilindro de 45kg pode custar de R$ 640 até R$ 1.020, uma diferença de 59,38%.

Orientações gerais

O Procon Goiânia recomenda alguns cuidados na hora de adquirir o gás de cozinha. Além de comprar somente de revendedores autorizados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o consumidor  deve verificar se o botijão se encontra em boas condições, com lacre, rótulo de segurança com instruções de uso, nome da empresa fornecedora em alto relevo, assim como mês e ano de fabricação legível. O consumidor não deve aceitar botijões amassados, danificados ou enferrujados.

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