Policiais cumprem mandados de busca em investigação de crimes praticados contra porteira de um edifício

No apartamento do homem, localizado no Jardim Goiás, foram encontradas e apreendidas quatro armas de fogo e munições

Agentes da Polícia Civil em investigação no apartamento do homem acusado de praticar injúria racial e ameaça contra a porteira de um edifício residencial. | Foto: PC-GO

A Polícia Civil do Estado de Goiás (PC-GO) deu sequência, na manhã desta quinta-feira, 29, à investigação que apura a prática de crimes de injúria racial e ameaça praticados por um homem contra uma mulher, porteira de um edifício residencial, no penúltimo domingo, 18. Foi realizado mandado de busca e apreensão na residência do investigado, no Jardim Goiás.

Para entrar no apartamento do homem, onde estavam apenas sua filha e sogra, os agentes precisaram arrobar a porta. No cofre da residência, foram encontradas e apreendidas quatro armas de fogo e munições. Na ocasião, as mulheres confirmaram a propriedade das armas por parte do investigado.

O caso é apurado pela 8ª Delegacia Distrital de Polícia (DDP) de Goiânia, com apoio da Polícia Civil do Mato Grosso, que cumpre mandado de busca e apreensão na propriedade rural do autor, no município de Cocalinho.

Retrospectiva do caso

No domingo, Vinícius Pereira da Silva chegou ao edifício onde reside, no Jardim Goiás, e, na porta da garagem, buzinou. Como a trabalhadora não identificou o morador, impediu que o mesmo entrasse com o carro até que se identificasse.

Entretanto, após adentrar no condomínio, se dirigiu à portaria onde a trabalhadora estava e disparou: “Grava, macaca! Chimpanzé! Chipanga! Me escara, desgraça”, disse. A motivação do crime teria sido a demora da porteira para abrir o portão da garagem para o carro de Vinícius Pereira. 

Em seguida, já no seu apartamento, Vinícius ligou na portaria e continuou a agredir e ameaçar a funcionária. Ao ser questionado sobre o porquê das ameaças, disparou: “Porque você não presta, desgraça. Você é uma merda, abaixo de zero”. Mesmo a funcionária não reagindo às grosserias, Vinícius Pereira continuou os ataques: “Vou meter minha arma na cintura e vou aí resolver”.

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