Polícia pede prisão de mulher de embaixador grego morto no Rio

Além dela, outras três pessoas estariam envolvidas, incluindo o policial militar Sérgio Gomes, que confessou assassinato

A Polícia Civil do Rio de Janeiro pediu a prisão, nesta sexta-feira (30/12), da viúva do embaixador da Grécia no Brasil, Kyriakos Amiridis, encontrado carbonizado em um carro em Nova Iguaçu (RJ) na última quinta-feira (29/12).

Além da embaixatriz, Françoise Amiridis, outras três pessoas estariam envolvidas, incluindo o policial militar Sérgio Gomes, que confessou o crime. Os dois são amantes, de acordo com os policiais.

Os outros dois nomes não foram divulgados. Segundo as investigações, Kyriakos foi morto na casa em que estava hospedado no Rio de Janeiro, atingido por sua própria arma. Ao analisar imagens de câmeras de segurança, a polícia viu o corpo ser tirado da residência em um carro alugado pelo próprio embaixador.

O embaixador estava desaparecido desde segunda-feira (26/12) e o sumiço foi informado aos policiais pela própria Françoise, que disse que ele havia saído em um carro alugado sem dizer onde ia. Ele vivia em Brasília, mas estava na cidade fluminense com a esposa e a filha de 10 anos, onde mora a família de Françoise, para as festas de fim de ano.

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