Polícia pede prisão de jornalista que acusou Marco Feliciano de estupro

Patrícia Lélis foi indiciada por denúncia caluniosa e extorsão. A jovem sofre de um problema psicológico que faz com que minta compulsivamente

A polícia de São Paulo pediu a prisão preventiva da jornalista Patrícia Lélis, de 22 anos, que acusou o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) de estupro e afirmou ter sido sequestrada pelo assessor do parlamentar, Talma Bauer. Por essa segunda acusação, Patrícia foi indiciada por denúncia caluniosa e extorsão. As informações são do jornal “O Globo”.

O inquérito que investiga o caso foi concluído na última sexta-feira (29). Para a polícia, o pedido de prisão é necessário uma vez que a jornalista representa risco à sociedade por mentir e causar danos a diversas pessoas.

Assim que a jovem acusou Feliciano de estupro, no início de agosto, o pastor negou as acusações e garantiu que era vítima de uma farsa. Logo depois, no dia 19, a polícia divulgou laudo psicológico que revelava que Patrícia é “mitomaníaca”, isto é, possui transtorno de personalidade que faz com que minta de forma compulsiva.

Segundo informações do jornal “O Globo”, a defesa da jornalista informou que o pedido de prisão não causou “nenhuma surpresa” e que enviou ao Ministério Público paulista uma petição para que as investigações sejam invalidadas.

Para o advogado de Patrícia, o processo deveria ter sido enviado a Brasília, uma vez que envolve um parlamentar.

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