Polícia diz que Zé Gomes não agrediu autor de atentado e que crime teria sido planejado

Operação deflagrada nesta semana mostrou, ainda, que o atirador apresentava transtorno psicótico devido ao uso de álcool

A Polícia Civil emitiu nota, neste sábado (1º/10), em que informa que está descartada a possibilidade de que o ex-prefeito Zé Gomes, morto em atentado a tiros na última quarta (28), tenha agredido o atirador Gilberto Ferreira do Amaral no dia da tragédia.

Comentários sobre a suposta agressão ganharam força nas redes sociais e até mesmo na imprensa nos últimos dias. Conforme a polícia, entretanto, análise de imagens de câmeras de segurança mostra que o candidato não saiu de sua residência entre as 2 horas e as 16 horas de quara-feira, no dia do crime.

“No momento em que finalmente saiu de casa, Zé Gomes foi ao encontro do secretário José Eliton e, juntos, seguiram à concentração da carreta, que viriam a acompanhar até o momento em que foram alvejados”, informa a corporação.

Os trabalhos da operação Paranaíba, deflagrada para solucionar o crime que ocorreu em Itumbiara, também apontaram, segundo a corporação, que o atirador estava afastado de suas funções no serviço público municipal por conta de transtorno psicótico devido ao uso de álcool.

A Polícia Civil afirma, ainda, que há indícios de que o crime já vinha sendo planejado por Gilberto. “Os detalhes que levam os investigadores a estas conclusões serão divulgados em momento oportuno, de forma que não prejudiquem o andamento e a exitosa conclusão da investigação”, finaliza a polícia, em nota.

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