Polícia Civil investiga organização criminosa constituída por servidores da antiga Agetop

Operação foi deflagrada na manhã desta quinta-feira e cumpre, neste momento, mandados de busca e apreensão em cinco cidades goianas

Foto: Reprodução

Agentes da Polícia Civil de Goiás (PCGO) estão, neste momento, nas ruas de cinco cidades de Goiás cumprindo mandados de busca e apreensão.

A ação, coordenada pela Superintendência de Combate a Corrupção e ao Crime Organizado e também pelo Grupo Especial de Combate a Corrupção, apura existência de uma organização criminosa constituída por servidores da antiga Agencia Goiana de Transportes e Obras (Agetop) associados com membros de empresas privadas.

Dentre os alvos está a residência do ex-diretor de obras da Agetop, José Marcos de Freitas. Segundo a defesa de Freitas, esta é uma medida promovida contra agentes do governo passado, “sem qualquer lastro com a realidade”. Confira, na íntegra, o que diz a nota enviada à imprensa:

A Operação Mambaí, por meio da qual foram deflagradas medidas de busca e apreensão em diversas cidades hoje, inclusive na residência do ex-Diretor de Obras da AGETOP, é mais uma medida promovida contra agentes do Governo passado sem qualquer lastro com a realidade.

O ex-Diretor de Obras da AGETOP, José Marcos de Freitas Musse, sempre agiu com a maior transparência e retidão perante a função que exercia, buscando a todo o tempo a prestação e efetividade do serviço público com qualidade, a fim de atender aos anseios da sociedade Goiana.

Apesar da ausência de contemporaneidade com os fatos ocorridos há mais de 06 (seis) anos, não possuindo, assim, os requisitos da medida cautelar de busca e apreensão (urgência), especialmente por ter deixado a AGETOP há 05 (cinco) anos, Marcos Musse foi alvo de busca e apreensão sem ter efetivado nenhum pagamento à empresa, inclusive determinando a suspensão da obra.

Causa estranheza a realização de uma medida de tamanha gravidade em desfavor de um cidadão que sempre esteve à disposição da Justiça, inclusive prestando depoimento ontem no Ministério Público do Estado de Goiás, onde deixou explicado com riqueza de detalhes o caso do Aeroporto de Mambaí e demonstrando a ausência de qualquer irregularidade em sua gestão.

Luís Alexandre Rassi e Romero Ferraz Filho
Advogados do ex-Diretor de Obras da AGETOP

 

Ao todo, estão envolvidos na ação aproximadamente 100 policiais civis. Assim que surgirem novas informações a matéria será atualizada.

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