General Richard Nunes diz que prisões ainda não foram feitas para não atrapalhar o andamento das investigações. Milicianos estão envolvidos

Vereadora Marielle Franco, morta a tiros no Rio de Janeiro | Foto: Divulgação / Facebook

Sete meses após o assassinato da vereadora Marielle Franco, morta a tiros no centro do Rio de Janeiro, a Polícia Civil ainda não prendeu nenhum suspeito. No entanto, o secretário de Segurança Pública da cidade afirmou, nesta quinta-feira (22/11), que alguns dos participantes já foram identificados

De acordo com o General Richard Nunes, as prisões ainda não aconteceram para evitar que outros possíveis envolvidos possam escapar da polícia.

Segundo ele, o caso deve ser completamente solucionado até o dia 31 de dezembro, quando termina o prazo de intervenção federal.

Em entrevista á Globo News veiculada nesta quinta-feira (22), o secretário afirmou ainda que a milícia do Rio está envolvida no caso. “Não é um crime de ódio. É um crime que tem a ver com a atuação política e a contrariedade de alguns interesses. Se a milícia não está a mando, está na execução”, declarou.

Questionado se há também a participação de políticos no crime, o general respondeu que “provavelmente”.