“Podemos chegar a denominador comum”, diz Lissauer sobre aumento no orçamento da Alego

Presidente da Assembleia Legislativa afirma que vetos sobre emendas da Mesa Diretora à Lei de Diretrizes Orçamentárias serão combatidos 

Foto: Nathan Sampaio / Jornal Opção

O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, Lissauer Vieira (PSB), fez críticas aos vetos do Executivo a emendas da Mesa Diretora na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e disse que irá articular para derrubá-los.

Uma das emendas vetadas previa ampliação do orçamento da Casa de R$ 69 milhões para R$ 155 milhões. “Eu acho que nós não precisamos de um orçamento que seja uma coisa totalmente fora da realidade. Nós podemos chegar, sim, a um denominador comum, a um número que atenda ao Poder Legislativo e que também não prejudique o governo, mas que seja cumprido”, disse.

Para Lissauer, a implementação do duodécimo é fundamental para solucionar a manutenção financeira orçamentária do Legislativo. Segundo ele, as tratativas sobre esse tema estão avançadas, mas o Governo e a Secretaria da Economia não estariam cumprindo a previsão constitucional.

Além disso, o presidente reforçou que o veto sobre regulamentação do orçamento impositivo também será combatido. “[Emendas impositivas] atingem diretamente o trabalho, a estrutura e os benefícios que nós parlamentares podemos levar para cada região, para cada município em que nós trabalhamos”, justificou.

Salário

Sobre o atraso nos repasses para folha de pagamento do Legislativo, Lissauer disse que isso não será mais aceito. “Acho que se o governo está passando por dificuldade, nós somos parte disso e temos que dar nossa parcela de contribuição. No primeiro mês (junho), a Assembleia foi a última a receber. No segundo mês (julho), novamente, a última a receber. Aí nós não podemos aceitar. A partir de agora nós demos um basta nisso”, afirmou.

E completou: “A Assembleia pode até contribuir, mas que se faça um rodízio, coloque outros órgãos também para receber depois do Poder Legislativo. Por que sempre nós temos que ser os últimos? Isso não vamos admitir, não vamos aceitar de forma alguma”.

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