PMDB não fecha acordo com Paulo Garcia sobre IPTU

Bancada peemedebista na Câmara esteve no Paço Municipal com executiva metropolitana para discutir projeto de reajuste. Prefeito exigiu novas propostas

Samel Belchior (esq), Bruno Peixoto e o prefeito Paulo Garcia, em reunião no Paço | Divulgação

Samel Belchior (esq), Bruno Peixoto e o prefeito Paulo Garcia, em reunião no Paço | Divulgação

Terminou sem acordo a reunião de parte da bancada de vereadores e a executiva do diretório metropolitano do PMDB com o prefeito Paulo Garcia (PT), na manhã desta sexta-feira (20), no gabinete do petista. O encontro visava debater a votação do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU/ITU) na Câmara Municipal.

Presidente do diretório, o deputado estadual Bruno Peixoto exigiu que seja apreciada a proposta de reajuste próximo ao índice inflacionário corrente. Com isso, Paulo Garcia pediu para apresentar proposta com readequações. Porém, não foram estipulados prazos. Haverá novo encontro nos próximos dias.

Estiveram na reunião os vereadores Eudes Vigor, Izídio Alves e Welington Peixoto — os outros quatro, Célia Valadão, Clécio Alves, Mizair Lemes Júnior e Denício Trindade não foram vistos. Samuel Belchior, ex-deputado estadual e último presidente do diretório estadual também compareceu.

O encontro acontece em meio à crise entre PT e PMDB. O caso teve início com críticas recentes do vice-prefeito Agenor Mariano (PMDB) ao projeto do prefeito Paulo Garcia (PT) que atualiza a Planta de Valores Imobiliários (PVI) de Goiânia e reajusta o IPTU/ITU para 2016.

O clima ficou mais tenso na última quinta-feira (19) com a troca de comando da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), quando o então presidente Ormando Pires Júnior (PT), primo de Agenor, foi retirado do cargo, que passou a ser ocupado por Edilberto Dias (PT).

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