PM usa bombas de gás para dispersar manifestação a favor de Dilma na Paulista

Em São Paulo, polícia tenta impedir que manifestantes contra o impeachment se aproximem do prédio da Fiesp

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As frentes Povo sem Medo e Brasil Popular realizam, neste momento, na Avenida Paulista, uma manifestação em protesto contra o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT). Esta segunda-feira (29/8) é o quarto dia de julgamento do impeachment e Dilma compareceu ao Senado para responder às perguntas dos senadores.

O clima é tenso na região, e a Polícia Militar (PM) chegou a usar bombas de efeito moral para, de acordo com a corporação, impedir que os manifestantes se aproximassem do prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), entidade que os dois movimentos consideram “patrocinadora do golpe” contra a presidenta afastada.

A caminhada começou por volta das 18h20 na Praça do Ciclista, que fica na Paulista, e chegar até a sede da Fiesp, situada na mesma avenida. A PM fez um bloqueio para evitar que os manifestantes chegassem ao prédio da entidade.

Quando os manifestantes se aproximaram do bloqueio, por volta das 18h50, os policiais começaram a soltar bombas de efeito moral. Os participantes da passeata correram então para o vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) que fica perto do prédio da Fiesp.

O major Teles, responsável pelo policiamento da região nesta segunda-feira, disse aos jornalistas que a PM soltou as bombas porque os organizadores não tinham informado qual seria o trajeto da manifestação. A corporação não fez estimativa sobre o número de participantes do protesto, estimado pelos organizadores em 2 mil. (Com Agência Brasil)

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