Plenário da Câmara registra voto “não” de Zacharias Calil no Fundeb e deputado pede correção
21 julho 2020 às 23h27

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Ao Jornal Opção, parlamentar explicou ter cometido erro com teclas no segundo turno. Matéria foi aprovada com placar quase unanime
Em noite de votação que aprovou o texto-base da PEC que renova o Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), um dos seis votos contrários à aprovação veio da bancada goiana. A aparente mudança de intenção de voto do deputado Zacharias Calil (DEM), no entanto, foi um erro de registro.
No site da Câmara dos Deputados é possível ver a relação de votos de todos os parlamentares. Calil ainda aparece como um dos seis parlamentares que apertaram o botão “não”. O voto do deputado goiano estava assim registrado até às 23 horas desta terça-feira, 21.
Ao Jornal Opção, Dr. Zacharias Calil explicou que já solicitou à presidência Mesa Diretora da Casa a revisão do voto, que deverá ser computado como “sim”, pela aprovação da PEC 15/2015 no segundo turno. Com isso, o placar da votação final no plenário da Câmara ficou 493 a favor da aprovação do Fundeb e cinco votos contra.
Os deputados que votaram contra a proposta no segundo turno em plenário são Bia Kicis (PSL-DF), Chris Tonietto (PSL-RJ), Dr Zacharias Calil (DEM-GO), Filipe Barros (PSL-PR), Junio Amaral (PSL-MG) e Paulo Martins (PSC-PR).
No primeiro turno, com placar 499 a 7 pela aprovação do Fundeb, foram contrários à PEC os parlamentares Bia Kicis (PSL-DF), Chris Tonietto (PSL-RJ), Filipe Barros (PSL-PR), Junio Amaral (PSL-MG), Luiz P. O.Bragança (PSL-SP), Márcio Labre (PSL-RJ) e Paulo Martins (PSC-PR).
Veja abaixo o documento encaminhado pelo deputado ao Jornal Opção no qual Zacharias Calil solicita a mudança à Mesa Diretora da Câmara:
Aprovação do Fundeb
Com placar de 492 votos a favor e 6 contra, contagem que será modificada para 493 a 5 após com o pedido de alteração de voto do Dr. Zacharias Calil, o texto-base da PEC renova o Fundeb e amplia a participação da União nos repasses, com previsão de alcançar 23% a partir de 2026. Instituído em 2007, o fundo é considerado essencial para o ensino público do País e venceria em dezembro deste ano.