Pesquisa aponta queda de 1,6% no endividamento do palmense em janeiro

Em comparação com janeiro do ano passado, queda foi de 2,7%. Número de famílias com contas a pagar, entretanto, aumento em 0,3%

De acordo com Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) de janeiro, encomendada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Tocantins (Fecomércio – TO),  o palmense se preocupa cada vez mais em evitar as dívidas.

Houve, em Palmas, uma queda de 1,6% do número de endividados com relação ao mês de dezembro passado. Comparando com janeiro de 2014, a queda foi de 2,7%. A pesquisa apontou que do total de entrevistados, 77,7% afirmaram estar endividados.

O número de famílias com dívidas em atraso, entretanto, aumentou em 0,3%. De acordo com a pesquisa, em janeiro 12,3% das famílias tinham contas a pagar, enquanto em dezembro do ano passado, o número era de 12%.

Do número total de endividados, 73,3% consideram-se pouco endividados. Os que se consideram muito endividados somam 0,5%. O comprometimento com dívidas dura, em média, um ano.

A maior parte das famílias (69,5%) afirmou que entre 11 e 50% da renda fica comprometida com dívidas, sendo que a média do comprometimento da renda ficou em 32,6%.

Para o presidente da Fecomércio – TO, Itelvino Pisoni, essa queda é um alerta para o comércio tocantinense.  “Essa queda, mesmo pequena, é positiva para nós comerciantes, pois significa que as pessoas estão conscientes. Mas por outro lado, pode ter havido uma queda no volume de vendas”, afirmou.

De acordo com Itelvino, o recebimento do 13º salário foi importante para essa queda, já que muitas pessoas utilizaram o dinheiro para quitar contas em atraso e comprar à vista.

O cartão de crédito foi, novamente, o principal tipo de endividamento, correspondendo a 73,5% das contas dos entrevistados. Os outros dois tipos em importância foram o carnê (34%) e o financiamento de veículo (26,1%).

No item condição de pagamento da dívida em atraso, 57% afirmaram que podem fazê-lo parcialmente, contra 39,8% que disseram poder pagar totalmente. No tempo de pagamento em atraso, os consumidores, em sua maioria, possuem atrasos acima de 90 dias.

*Com informações da Assessoria de Comunicação da Fecomércio – TO

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