“Perdemos 33% de todo o comércio por causa do fechamento das portas,” diz presidente da Fecomércio

Marcelo Baiocchi avalia o novo Código Tributário Municipal e o impacto dele na atividade econômica de Goiânia

Em visita à sede do Jornal Opção, o presidente da Federação do Comércio do Estado de Goiás (Fecomércio), Marcelo Baiocchi, comentou sobre os impactos da pandemia do Coronavírus (Covid-19) no comércio, turismo e, principalmente, no ramo de eventos de Goiás. Segundo ele, o setor ficou parado por dois anos e isso teve grande reflexo na atividade econômica de todo o Estado. 

“A fase é de recuperação, mas tudo isso vai depender da economia federal, economia de Brasília. Se isso ocorrer, a tendência é que haja crescimento, que o comércio viva, de fato, esta fase da retomada econômica”, avalia. Segundo o presidente, Goiás vivenciou três momentos desde o início da pandemia, em março de 2020, quando o comércio precisou fechar às portas, em 2021; quando houve um ano razoável após o início da vacinação da população; e o ano de 2022, que trouxe um alento para a economia. 

“Perdemos 33% de todo o comércio por causa do fechamento das portas, com reflexos no turismo e um impacto ainda maior no ramo de eventos, porque ficou prejudicado praticamente todo o período da pandemia e teve o maior impacto econômico”, diz. Ele avalia que, desde 2020, até março de 2022, foram oito meses de comércio parado.

Novo CTM

Outro impacto no comércio foi o novo Código Tributário Municipal (CTM), que influencia na área da atividade econômica, inclusive quanto ao pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), que pode ter um aumento para os pequenos e microempreendedores. Esta é uma das polêmicas do novo texto, aprovado em de modo relâmpado pela Câmara Municipal em setembro do ano passado. Segundo o presidente, existem aspectos que podem ser comemorados e outros que podem ser criticados. 

“Sem dúvida nenhuma, o novo CTM trouxe grandes avanços e grandes melhorias, mas há a necessidade de podermos fazer grandes ajustes ainda, desde quando a gente participou das discussões sobre o novo CTM, desde a tramitação, a gente teve uma abertura para podermos discutir aqueles pontos onde houve alguma distorção e que precisam ser melhorados”, cita Baiocchi. 

Estes e outros temas o presidente da Fecomércio comentou durante a entrevista para o Jornal Opção. O conteúdo completo pode ser conferido na edição impressa, que começou a circular no último domingo, 30.

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