A ideia é seguir com o questionamento da legitimidade do pleito após a promulgação, como também fez após a derrota em 2015

Pedro Paulo de Medeiros, candidato à presidência da OAB-GO | Foto: Reprodução

A caminho da derrota nas urnas, Pedro Paulo de Medeiros encampou o voto dos inadimplentes como estratégia para a judicialização ad aeternum das eleições da OAB-GO.

Sua ideia é seguir com o questionamento da legitimidade do pleito após a promulgação do resultado. Exatamente como fez após a derrota em 2015.

A tática expõe a contradição e o viés eleitoreiro da ação de Pedro Paulo.

Em 2015, o argumento principal de Pepê para cassar na Justiça a chapa vitoriosa de Lúcio Flávio era a obediência ao Regulamento Geral da OAB.

O mesmo Regulamento que impede o voto do inadimplente.

Em tempo: Pedro Paulo, conselheiro federal da OAB em 2014, votou para proibir o inadimplente de votar.