Pedido de impeachment de Dilma por internautas suscita mais debate nas redes sociais

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Reflexo do acirrado resultado obtido nas urnas no último domingo (26/10), quando a presidente Dilma Rousseff foi reeleita com 51% dos votos, as redes sociais seguem majoritariamente polarizadas entre os defensores da petista e aqueles que condenam e colocam em descrédito sua vitória. Este último grupo foi o responsável pela criação de diversas páginas no Facebook em que é requisitado o impeachment da presidente.

Com quase 20 mil curtidas, a comunidade “Impeachment da Presidente Dilma”, uma das páginas mais populares com esta temática, reúne dezenas de publicações de revolta quanto aos resultados apurados neste segundo turno. Entre os argumentos para justificar o pedido destacam-se as denúncias de corrupção na Petrobras e a suposta falta de transparência nas eleições, além de comentários contrários ao exercício da democracia.

https://www.facebook.com/impeachmentdapresidentedilma/posts/356915007801622

https://www.facebook.com/impeachmentdapresidentedilma/photos/a.262496330576824.1073741829.188587127967745/357131721113284/?type=1&theater

Uma petição online criada ainda ontem com o pedido de impeachment da presidente soma quase um milhão de assinaturas virtuais. “O PT, Partido dos Trabalhadores, hoje representado pela presidente Dilma, trouxe o mal estar para nação. A presidente Dilma, que foi eleita pelo povo brasileiro, está nos traindo e dando continuidade ao idealismo esdrúxulo do PT”, defende o trecho introdutório da petição.

A indignação não se limita ao campo virtual e atos organizados devem ocorrer em diversas capitais ao longo desta semana com o mesmo propósito. Em São Paulo, Estado onde o tucano Aécio Neves contou com quase 65% dos votos, uma manifestação está marcada para o início da noite desta segunda-feira (27) no Largo da Batata, na zona oeste da capital. Mais de 12 mil pessoas confirmaram presença.

Enquanto isso, no Twitter e Facebook, usuários permanecem em discussão sobre o resultado favorável obtido por Dilma nas urnas. Entre defensores, opositores e tantos outros que preferem fazer piada com a situação; confira alguns comentários:

https://twitter.com/ramonztro/status/526792856863002624

https://twitter.com/jaderbrito_/status/526790373537234944

https://twitter.com/pecesiqueira/status/526779234644422656

9 respostas para “Pedido de impeachment de Dilma por internautas suscita mais debate nas redes sociais”

  1. Wagner Silva e Silva disse:

    Impeachment para quê? Para eleger quem? As raposas velhas de sempre do PSDB/ PMDB e PT? Ah, façam-me o favor, meus amigos! Isso não vai mudar desse jeito não. Façam e daqui a 3 anos procurem a unidade de saúde pública mais próxima e me contem se mudou alguma coisa.

  2. Fla disse:

    Bando de gentinha mimada… isso é democracia… desculpem-me, mas vocês não foram a maioria… Sorry!!! See you in 4 years!!! hahaha

  3. Neide Santos disse:

    Recado aos céticos : Collor foi deposto por causa de uma Elba ; agora uma estatal inteira está em jogo.

  4. Neide Santos disse:

    Lei
    do Impeachment – Lei 1079/50 | Lei nº 1.079, de 10 de abril de 1950
    Art. 14. É permitido a qualquer cidadão denunciar o Presidente da
    República ou Ministro de Estado, por crime de responsabilidade, perante a
    Câmara dos Deputados.

  5. Neide Santos disse:

    CAPÍTULO II

    DA ACUSAÇÃO

    Art. 19.
    Recebida a denúncia, será lida no expediente da sessão seguinte e
    despachada a uma comissão especial eleita, da qual participem, observada
    a respectiva proporção, representantes de todos os partidos para opinar
    sobre a mesma. Ver tópico (15 documentos)

    Art. 20.
    A comissão a que alude o artigo anterior se reunirá dentro de 48 horas
    e, depois de eleger seu Presidente e relator, emitirá parecer, dentro do
    prazo de dez dias, sôbre se a denúncia deve ser ou não julgada objeto
    de deliberação. Dentro dêsse período poderá a comissão proceder às
    diligências que julgar necessárias ao esclarecimento da denúncia. Ver tópico (11 documentos)

    § 1º
    O parecer da comissão especial será lido no expediente da sessão da
    Câmara dos Deputados e publicado integralmente no Diário do Congresso
    Nacional e em avulsos, juntamente com a denúncia, devendo as publicações
    ser distribuídas a todos os deputados. Ver tópico (2 documentos)

    § 2º
    Quarenta e oito horas após a publicação oficial do parecer da Comissão
    especial, será o mesmo incluído, em primeiro lugar, na ordem do dia da
    Câmara dos Deputados, para uma discussão única. Ver tópico (4 documentos)

    Art. 21.
    Cinco representantes de cada partido poderão falar, durante uma hora,
    sobre o parecer, ressalvado ao relator da comissão especial o direito de
    responder a cada um. Ver tópico (1 documento)

    Art. 22.
    Encerrada a discussão do parecer, e submetido o mesmo a votação
    nominal, será a denúncia, com os documentos que a instruam, arquivada,
    se não fôr considerada objeto de deliberação. No caso contrário, será
    remetida por cópia autêntica ao denunciado, que terá o prazo de vinte
    dias para contestá-la e indicar os meios de prova com que pretenda
    demonstrar a verdade do alegado. Ver tópico (4 documentos)

    § 1º
    Findo esse prazo e com ou sem a contestação, a comissão especial
    determinará as diligências requeridas, ou que julgar convenientes, e
    realizará as sessões necessárias para a tomada do depoimento das
    testemunhas de ambas as partes, podendo ouvir o denunciante e o
    denunciado, que poderá assistir pessoalmente, ou por seu procurador, a
    tôdas as audiências e diligências realizadas pela comissão, interrogando
    e contestando as testemunhas e requerendo a reinquirição ou acareação
    das mesmas. Ver tópico

    § 2º
    Findas essas diligências, a comissão especial proferirá, no prazo de
    dez dias, parecer sôbre a procedência ou improcedência da denúncia. Ver tópico

    § 3º
    Publicado e distribuído esse parecer na forma do § 1º do art. 20, será o
    mesmo, incluído na ordem do dia da sessão imediata para ser submetido a
    duas discussões, com o interregno de 48 horas entre uma e outra. Ver tópico (1 documento)

    § 4º
    Nas discussões do parecer sôbre a procedência ou improcedência da
    denúncia, cada representante de partido poderá falar uma só vez e
    durante uma hora, ficando as questões de ordem subordinadas ao disposto
    no § 2º do art. 20. Ver tópico (1 documento)

    Art. 23.
    Encerrada a discussão do parecer, será o mesmo submetido a votação
    nominal, não sendo permitidas, então, questões de ordem, nem
    encaminhamento de votação. Ver tópico (15 documentos)

    § 1º
    Se da aprovação do parecer resultar a procedência da denúncia,
    considerar-se-á decretada a acusação pela Câmara dos Deputados. Ver tópico (1 documento)

    § 2º
    Decretada a acusação, será o denunciado intimado imediatamente pela
    Mesa da Câmara dos Deputados, por intermédio do 1º Secretário. Ver tópico (1 documento)

    § 3º
    Se o denunciado estiver ausente do Distrito Federal, a sua intimação
    será solicitada pela Mesa da Câmara dos Deputados, ao Presidente do
    Tribunal de Justiça do Estado em que êle se encontrar. Ver tópico

    § 4º A Câmara dos Deputados elegerá uma comissão de três membros para acompanhar o julgamento do acusado. Ver tópico (1 documento)

    § 5º
    São efeitos imediatos ao decreto da acusação do Presidente da
    República, ou de Ministro de Estado, a suspensão do exercício das
    funções do acusado e da metade do subsídio ou do vencimento, até
    sentença final. Ver tópico (5 documentos) § 6º
    Conforme se trate da acusação de crime comum ou de responsabilidade, o
    processo será enviado ao Supremo Tribunal Federal ou ao Senado Federal.

  6. darcy disse:

    O povo tem o seu direito. Parece que o pt se julga acima de qualquer coisa

  7. Anderson disse:

    O Collor abriu a porta do impeachment, agora a Dilma precisa passar por esta porta aberta.
    Acorda Brasil… ” a corda” ta no seu pescoço.

  8. Se fosse eles que tivessem ganho, aí sim ia ser mesmo impeachment, pois tem muitas irregularidades

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