PDT é o partido mais atrativo que existe no Estado, diz presidente

Na base do governador desde 2018 e com postulante a presidência da República, partido quer dobrar a quantidade de deputados federais e parte de um número baixo para este feito: até 40 mil votos

Com a segunda deputada federal mais votada em todo o Estado e com um deputado estadual eleito em “chapa pura” já em 2018, quando as coligações partidárias ainda eram permitidas, o PDT quer dobrar a quantidade de deputados federais eleitos entre as 17 cadeiras em disputa. A legenda também quer aumentar a representatividade na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). É justamente partindo desta premissa que o presidente do Diretório Regional, Dr. George Morais, acredita que o PDT seja “o partido mais atrativo no Estado de Goiás”.  

A avaliação se dá pelo histórico eleitoral da deputada federal eleita pela sigla, Flávia Morais (PDT), que conseguiu a vaga em 2018 com 169.774 votos. Para se ter uma ideia, naquele pleito, com os votos de legenda (15.692), a deputada seria eleita sozinha, sem dificuldades, porque atinge o quociente eleitoral, que foi de 178.305. 

Apesar da atratividade, o presidente adianta que a sigla só vai aceitar postulantes que tenham, no máximo, 40 mil votos. E é justamente isso que o torna mais atraente. “Se tivermos de cinco a dez candidatos com 10 ou 30 mil votos, nós vamos fazer dois deputados federais, que é a nossa ideia”, explicou o pedetista. O partido pretende ter 18 postulantes de Goiás (chapa completa) para o pleito. O presidente do PDT acredita que o partido se tornou a sigla mais atrativa que existe no Estado porque vários políticos estão à procura de um partido para concorrer a uma cadeira na Câmara Federal e, no PDT, é possível que alguém seja eleito com 30 mil votos, que é relativamente uma quantidade baixa. 

Na base do Governador, o político diz que as candidaturas a Câmara Federal devem ser acertadas com o partido, mas lembra que a sigla tem um postulante à presidência da República, o ex-governador do Ceará e ex-ministro da Integração, Ciro Gomes. “É natural que seja uma candidatura que apoie o presidenciável, mas tudo será conversado”, acrescenta. A tendência também é que o partido esteja na Base do Governador Ronaldo Caiado (Democratas), com quem o partido caminhou em 2018. “Estamos com o governador”, ponderou o político.  

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