Paulo Garcia quer “pessoas felizes” com Domingo no Centro

Ação faz parte do programa de requalificação da região, incluindo a reforma da Praça Cívica. Intenção da prefeitura é espalhar atividades pelas periferias da capital

Prefeito Paulo Garcia durante Domingo no Centro nesta manhã | Foto: Edilson Pelikano

Prefeito Paulo Garcia durante Domingo no Centro nesta manhã | Foto: Edilson Pelikano

O objetivo do Domingo no Centro, com sua primeira edição realizada na Avenida Goiás, no Centro da capital, é o de que as “pessoas possam ser felizes” caminhando, contemplando e vendo cultura. Pelo menos esta foi a avaliação do prefeito Paulo Garcia (PT) em entrevista coletiva na manhã deste domingo (9/8), durante o evento, ao comentar a iniciativa. A ação, conforme relatou, integra estratégias do plano de governo de 2012, quando foi reeleito.

“Quando assumimos, divulgamos ações que nos levassem ao desenvolvimento sustentável para que as futuras gerações pudessem ter ambiente mais harmonioso”, disse, citando a criação do plano clicloviário a partir da implantação de ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas na capital.

Paulo Garcia ressalta também o fato de Goiânia estar seguindo tendência de metrópoles ao redor do mundo. “Hoje é comum em todas as grandes cidades homens e mulheres reocuparem os espaços públicos. As grandes avenidas que no final de semana têm fluxo de trânsito muito pequeno são fechadas”, avalia.

Periferia

De acordo com Paulo Garcia, ações semelhantes devem ser espalhadas a outras regiões da capital. Segundo o petista, esta é a “primeira das demais” que devem ser criadas para que, gradualmente, a população se acostume com a prática da reocupação de espaços públicos. No entanto, não repassou detalhes.

O Domingo no Parque começou pelo Centro da de Goiânia especialmente por conta da iminente conclusão das obras de revitalização da Praça Cívica, prevista para o aniversário de 24 anos da capital. Com a reforma e a retirada do estacionamento interno a gestão tenta devolver ao espaço seu real intuito, como o encontro de pessoas e de cartão postal.

“Nós pretendemos reocupá-lo, pois tem um acervo art déco e manifestações culturais muito frequentes, além de ser um local simbólico”, disse o prefeito.

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