“Paralisia na economia” não é culpa do Congresso, diz Eduardo Cunha

Em série de mais de quinze postagens no microblog, peemedebista volta a atacar governo da presidente Dilma Rousseff (PT), com quem rompeu pessoalmente

Pelo Twitter, Eduardo Cunha pediu que Câmara interpele advogada | Foto: Reprodução/Twtitter

Pelo Twitter, Eduardo Cunha pediu que Câmara interpele advogada | Foto: Reprodução/Twtitter

Rompido pessoalmente com o governo da presidente Dilma Roussef (PT) após ser citado na Operação Lava Jato, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), voltou a fazer duras críticas à equipe econômica da petista neste sábado (1º/8). Segundo ele, o Congresso Nacional não tem responsabilidade pela “paralisia” em que se encontra a economia do País.

“Na Câmara todas as propostas do ajuste fiscal foram aprovadas de forma celere”, disse, emendando em outro post que “não é culpa do Congresso a paralisia da economia, a recessão, os juros elevados e a queda de arrecadação pela situação de descontrole”. Para o presidente, o governo não cortou gastos e “só reduziu os investimentos”. “Poderia ter reduzido ministérios e os cargos de confiança da sua máquina”, sugeriu o peemedebista.

Eduardo Cunha aproveitou para comentar a entrevista da advogada criminalista Eduarda Catta Preta. Responsável por nove acordos de delação premiada de réus na Operação Lava Jato, ela fechou seu escritório e abandou os processos em que atuava. “Determinarei à Procuradoria Parlamentar da Câmara que ingresse com a interpelação judicial semana que vem, independente da CPI”, informou o presidente.

Catta Preta disse em entrevista à Rede Globo na última quinta-feira (30/7) que tomou as atitudes por se sentir ameaçada por integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás.

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