Para Saúde não parar, prefeitura deve ceder e prorrogar contratos

Secretária de Saúde deve aceitar proposta da classe médica de manter os contratos que seriam encerrados, mas negociação entre as partes continua

A secretária de Saúde, Fátima Mrue, deve aceitar contra proposta dos médicos que prestam serviços para a Prefeitura e prorrogar os contratos vigentes. Na última quinta-feira (30/3), a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e o Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (Simego) entraram em um acordo que, depois, foi submetido à assembleia da categoria e rejeitado.

Para a classe médica, a proposta não resolvia o imbróglio, que envolvia principalmente um novo acordo contratual considerado precário por eles. Mesmo com a decisão de acatar o pedido para prorrogar os contratos, que, segundo os médicos, foi feito para assegurar o atendimento a população, as negociações devem continuar.

Isso porque a maior reclamação dos médicos é sobre o edital de chamamento. A SMS marcou coletiva para a tarde desta sexta-feira (31), mas não quis adiantar o teor do anúncio que será feito. Na manhã desta mesma sexta-feira (31), representantes do sindicato tinham reunião com Fátima para apresentar a demanda dos médicos.

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Alfred

Todo respeito as reivindicações dos médicos, contudo a vida humana vale mais. Se valer da reserva de mercado para fazer negociatas é no mínimo abjeto. É o juramento da classe. Não sou adepto de nenhuma prática desse governo municipal, mas a população, neste caso, deveria estar em primeiro lugar.
Esse tipo de atitude é de se ter vergonha. Se cada um não fizer um pouco mais esse país será sempre isso, não adiantar reclamar.