Para Iris, crise na Metrobus começou com subsídios e gratuidades na passagem

“O dia que inventaram moda dando passe livre para essa ou para aquela categoria a empresa começou a falir”, disse o prefeito de Goiânia após reunião com Caiado

Foto: Leandro Vieira

O governador Ronaldo Caiado (DEM) e o prefeito de Goiânia, Iris Rezende (MDB), se reuniram nesta terça-feira, 13, para discutir questões do Eixo Anhanguera. Em entrevista posterior, o gestor da Capital disse que sempre argumentou que subsídios não eram a solução.

“O dia que inventaram moda dando passe livre para essa ou para aquela categoria a Metrobus começou a falir”, disse. Iris ainda frisou que considera a empresa falida devido ao tempo de espera nos terminais e lotação dos veículos.

Privatização

Por esse motivo, tanto ele quanto Caiado voltaram a defender a privatização. “O mais rápido possível, o estudo já foi apresentado hoje, já designamos duas pessoas para acelerar esse trabalho”, disse o prefeito.

“Nosso sentimento sempre foi de privatizar o atendimento da Metrobus. Sabemos muito bem que o Estado não tem que estar envolvido com administração de ônibus, com troca de pneu. Isso é algo que tem que ser repassado”, explicou o governador.

Ao que tudo indica, o primeiro passo será a saída do Estado da concessão. Caiado argumentou, ainda, que em Goiás e nas prefeituras que dependem do Eixo Anhanguera não há recursos para arcar com o serviço.

Questionados sobre proposta de desoneração da tarifa, arquitetada pela CDTC junto à CMTC, os gestores disseram que todas as sugestões estão sendo estudadas. Mas Iris disse acreditar que assim que houver a privatização da Metrobus, a tarifa será reduzida.

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