Para entrega, 20% das obras do Hospital do Servidor Público precisam ser finalizadas

Na próxima semana Ipasgo terá acesso a relatório sobre situação da instituição. Sobre migração do HMI para a estrutura, presidente nega possibilidade

Presidente do Ipasgo, Sílvio Fernandes | Foto: Divulgação

O presidente do Instituto de Assistência dos Servidores Públicos do Estado de Goiás (Ipasgo), Sílvio Fernandes, informou que, na próxima semana, deve ter acesso ao relatório da situação completa do Hospital do Servidor Público. Segundo ele, o serviço ambulatorial funciona normalmente, mas ainda faltam 20% das obras para serem concluídas.

O relatório está sendo formulado por uma comissão instaurada por Sílvio no fim de fevereiro. O objetivo é verificar o que foi feito e o que ainda há para fazer. “As obras estão paralisadas desde novembro passado”, disse.

Ainda segundo o presidente, as obras devem ser retomadas imediatamente após a apresentação do relatório. “Não dá para retomar enquanto houver divergência de dados”, explica.

Sobre uma nova licitação, ele diz que, provavelmente, a mesma empresa, a Oliveira Melo, deve dar sequência. Segundo ele, essa mudança só seria necessária se houvesse demora na apuração dos dados.

HMI

Rumores sugeriam que o Hospital Materno Infantil (HMI), que já tem solicitação para interdição, migrasse para o Hospital do Servidor Público. O presidente nega. “O hospital é do Ipasgo, do servidor. Qualquer destinação diferente teria que fazer uma venda”, reafirma.

Silvio, por fim, lembra que a construção do hospital teve início em 2015 e a previsão era para durar 15 meses. Até o momento, conforme ele, foram 17 aditivos (valores e outros) e um gasto de R$ 82 milhões. Fernandes também disse que só terá acesso a outros valores com o relatório em mãos. A expectativa é que a conclusão ocorra seis meses após a retomada.

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