Para Elias Vaz, disputa pela prefeitura de Goiânia não está polarizada

Candidato pelo PSB relembra trajetória da escolha dos candidatos na capital e afirma que nenhum venceu por ter apoio do governo estadual ou prefeitura

Elias Vaz, pré-candidato pelo PSB | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

Até o momento, a capital acumula 12 candidatos à prefeitura para as eleições deste ano, um recorde de nomes disponíveis para os eleitores. Se a disputa ainda irá afunilar antes do primeiro turno, resta esperar os próximos capítulos para saber. Entre eles, nomes tradicionais da política goiana se misturam a outros que ainda lutam para ganhar mais espaço.

E um desses nomes já conhecidos pelo eleitorado é Elias Vaz (PSB), que acredita que a disputa não está polarizada neste ano. “Existem pessoas que já estão querendo decidir pelo eleitor goianiense. Historicamente, o que a gente vai verificar é que nunca um governador do Estado conseguiu eleger o prefeito de Goiânia, e nem o prefeito de Goiânia conseguiu fazer o seu sucessor. Conseguiu ter uma reeleição, mas sucessor não conseguiu”, observou o candidato.

“É só a gente pegar, inclusive, as últimas eleições em que a candidata do prefeito não ganhou as eleições e nem candidato do governador. Vamos pegar um exemplo bem clássico, que foi o que aconteceu na eleição de 2000. Nion Albernaz era prefeito de Goiânia e Marconi Perillo era o governador. Os dois apoiaram a Lúcia Vânia e ela sequer foi para o segundo turno. Quem foi para o segundo turno, na verdade, foi o Darci Accorsi e Pedro Wilson, que acabou ganhando a eleição naquele momento”, recordou.

Segundo Elias Vaz, o eleitor está mais crítico neste ano. “O que a gente nota é que as pessoas que estão fazendo seus acordos, os conchavos, esquecem de combinar com eleitor goianiense, que na verdade não tem voto de cabresto”, afirmou.

Ele afirma que os eleitores estarão de olho em todo processo eleitoral para escolher seus candidatos. “Eu não tenho dúvida que tem um espaço, na verdade, para as candidaturas de uma forma geral, trabalharem em Goiânia, até porque o eleitor goianiense, historicamente, não é um eleitor que vai pela cabeça do governador e nem do prefeito da cidade”, opinou.

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