“Para economizar, preciso de autonomia financeira”, diz presidente da Alego

“É uma tecla em que tenho batido, não tenho como cortar, se dependo de repasse do Executivo”, completou

Foto: Fernando Leite / Jornal Opção

Questionado sobre possíveis cortes em gastos na administração da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), o presidente da Casa, Lissauer Vieira (PSB), disse que precisará de autonomia financeira para fazê-lo. Já que, atualmente, o Legislativo depende de repasses do Executivo.

A questão surgiu porque, para aderir ao Plano Mansueto, de reequilíbrio fiscal, do Governo Federal, o Governo do Estado terá que escolher três, entre sete, medidas de ajuste fiscal. Uma delas é a criação de uma unidade de tesouraria, que centralizaria as contas de todos os Poderes, impondo restrição de gastos.

Sobre essa medida, em específico, Lissauer não quis comentar, por se tratar de algo futuro e incerto. Mas reforçou a necessidade de uma autonomia financeira para garantir economia aos cofres.

“É uma tecla em que tenho batido, não tenho como cortar, se dependo de repasse do Executivo. O Governo, por sua vez, pode diminuir os repasses para esta Casa”, explicou ao lembrar dos problemas que a Casa tem passado em relação ao repasse do duodécimo.

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