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Israel e EUA
Primeiro-ministro de Israel manifesta apoio à operação dos EUA na Venezuela

Declaração foi feita um dia após Maduro ser levado a centro de detenção em Nova York

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POSICIONAMENTO
“Venezuela livre novamente”, diz atriz Gaby Spanic, de A Usurpadora, sobre prisão de Maduro; vídeo

Conhecida por carreira no México, Gaby Spanic voltou a falar sobre seu país de origem

DETIDO
Casa Branca divulga vídeo de Nicolás Maduro detido em agência antidrogas dos EUA

Maduro chegou em um avião descaracterizado em Nova York por volta das 18h30. Ainda neste sábado, o presidente americano, Donald Trump, disse que avalia os próximos passos para o país sul-americano

Internacional
China e Rússia condenam ação dos EUA na Venezuela e falam em violação do direito internacional

China e Rússia, dois dos principais aliados internacionais do governo venezuelano, condenaram neste sábado, 3, a ação militar anunciada pelos Estados Unidos contra a Venezuela, que teria resultado, segundo o presidente Donald Trump, na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Em comunicados oficiais, os dois países classificaram a ofensiva como uma violação do direito internacional e da soberania venezuelana, elevando a tensão diplomática em torno da intervenção americana no país sul-americano.

A reação chinesa foi divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores em nota oficial, na qual o governo de Xi Jinping afirmou estar “profundamente chocado” com o que descreveu como um "uso flagrante da força por parte dos Estados Unidos contra um Estado soberano." Para Pequim, a ação representa “uma grave violação do direito internacional e dos princípios básicos que regem as relações entre países”.

No comunicado, a diplomacia chinesa alertou que a ofensiva americana ameaça a estabilidade regional, ao colocar em risco a paz e a segurança na América Latina e no Caribe. A China reiterou sua oposição a iniciativas que considera de caráter hegemônico e defendeu o respeito à soberania e à integridade territorial da Venezuela, além de instar Washington a cumprir os princípios estabelecidos na Carta das Nações Unidas.

Rússia

A Rússia, aliada histórica de Caracas desde à ascensão do chavismo ao poder, também reagiu de forma contundente. Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores russo afirmou que Washington cometeu um “ato de agressão armada” contra a Venezuela. “Esta manhã os Estados Unidos cometeram um ato de agressão armada contra a Venezuela. Isso é profundamente preocupante e condenável”, declarou a diplomacia russa.

A embaixada da Rússia em Caracas informou que sua sede não foi atingida durante os ataques. Segundo o embaixador russo, Serguéi Melik-Bagdasárov, o bairro onde está localizada a representação diplomática e áreas adjacentes não foram alvos da ofensiva.

Além de China e Rússia, o Irã também se manifestou contra a operação americana. Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores iraniano condenou o ataque militar e classificou a ação como uma violação da soberania nacional e da integridade territorial da Venezuela. O chanceler Abbas Araghchi afirmou que iniciativas desse tipo tendem a agravar a instabilidade regional e aumentar os riscos de escalada do conflito.

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Segurança
Espaço aéreo da Venezuela fica praticamente vazio durante e após ataque dos EUA; vídeo

Dados do serviço de monitoramento de voos FlightRadar24 indicam que o espaço aéreo da Venezuela permaneceu praticamente vazio durante a madrugada e ao longo deste sábado, 3, em contraste com a intensa circulação registrada em países vizinhos do Caribe e da América do Sul.

O esvaziamento do tráfego aéreo ocorre em meio à escalada de tensão após os ataques atribuídos aos Estados Unidos e é compatível com protocolos internacionais de segurança adotados em cenários de conflito ou risco elevado, quando companhias aéreas optam por desviar rotas para preservar tripulações e passageiros.

Veja o vídeo

Embora o fechamento formal do espaço aéreo dependa de comunicados oficiais das autoridades aeronáuticas, especialistas apontam que, na prática, o mercado aéreo reage de forma preventiva diante de incertezas militares, ausência de garantias de segurança e risco de interdição repentina do espaço aéreo.

Situações semelhantes foram registradas em outros conflitos recentes, como na Ucrânia, no Oriente Médio e em áreas do Mar Negro, onde o simples risco de hostilidades já foi suficiente para provocar o abandono de rotas comerciais, mesmo antes de anúncios formais.

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FOTOS
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O grupo de apostas não repetiu os números no ano seguinte devido à entrada de novos integrantes

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Foto Reprodução CBMGO
afogamento luziânia
Corpo de Bombeiros encontra corpo de vítima de afogamento em Luziânia

Os trabalhos se estenderam ao longo de todo o dia e foram dificultados pelas condições do local

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Análise
Ataque dos EUA à Venezuela viola o Direito Internacional e reacende risco de instabilidade regional, apontam especialistas

Para analistas, ofensiva não indica guerra aberta, mas reflete uso de ação externa para ganhos domésticos e aprofunda instabilidade regional

Donald Trump
PRONUNCIAMENTO OFICIAL
“Demorou muito, mas os venezuelanos estão livres”, diz Trump sobre sobre o fim do regime de Nicolás Maduro

Anunciou que os Estados Unidos devem assumir temporariamente a administração da Venezuela

Foto Reprodução - trump
Mundo
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A afirmação veio no primeiro pronunciamento do republicano após o ataque na capital da Venezuela

DIVULGAÇÃO
Trump divulga foto de Maduro vendado após captura durante ataque à Venezuela

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, divulgou uma foto de Nicolás Maduro vendado e supostamente após ser capturado durante ataque realizado por militares norte-americanos à Venezuela. A publicação foi realizada em uma rede social do republicano neste sábado, 3.

Maduro usa um moletom e está dentro do navio USS Iwo Jima. O presidente venezuelano está sendo encaminhado para Nova York para ser julgado por "conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e artefatos destrutivos, além de conspiração para posse de metralhadoras e artefatos destrutivos contra os Estados Unidos", segundo publicação da procuradora-geral dos Estados Unidos, Pamela Bondi.

Nicolás Maduro dentro de navio sendo levado para Nova York | Foto: reprodução/redes sociais

Segundo Trump, a operação contou com a participação de forças de segurança dos Estados Unidos. Na madrugada deste sábado, moradores de Caracas relataram uma série de explosões em diferentes pontos da capital. De acordo com a agência Associated Press, pelo menos sete detonações foram ouvidas em um intervalo de cerca de meia hora.

O governo da Venezuela publicou um texto confirmando o ataque no país, não fez menção à captura de Maduro. O comunicado diz que o presidente venezuelano convocou forças sociais e políticas a ativar planos de mobilização.

“O presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada”, diz o texto. “O país deve se ativar para derrotar esta agressão imperialista.”

O país afirmou ainda que o objetivo da operação americana seria tomar recursos estratégicos do país, principalmente petróleo e minerais. Ainda no comunicado, Caracas diz que os EUA tentam impor uma “guerra colonial ” e forçar uma “mudança de regime”. Por fim, o país declarou que se reserva ao direito de exercer legítima defesa e pediu ajuda a países da América do Sul e do Caribe a se mobilizarem em solidariedade ao país.

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