OS é servidores são suspeitos de desviar dinheiro do combate à Covid-19, no Tocantins 

Empresários ligados a organização social e servidores públicos estão sendo investigados 

Fraude de licitação, organização criminosa e lavagem de dinheiro estão entre as acusações contra uma organização social que administrava hospitais no Tocantins. Nesta quarta-feira, 22, a Polícia Federal deflagrou a “Operação Ophiocordyceps” para apurar os indícios de crimes. Sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Brasília (DF), Belém (PA), Goiânia (GO) e São Paulo (SP), expedidos pela 4ª Vara Federal Criminal do Estado.

A ação policial ocorreu após a Controladoria Geral da União (CGU) emitir uma Nota Técnica levantando suspeitas de superfaturamento no valor dos insumos e de serviços prestado para gerenciamento de leitos clínicos e de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Hospital Estadual de Combate à Covid- 19 (HECC), Hospital Geral de Palmas (HGP) e Hospital Regional de Gurupi (HRG), teria superfaturado o valor dos insumos e dos serviços prestados.

A polícia informou que a OS chegou a receber aproximadamente R$ 90  milhões durante a gestão dos hospitais no período de combate à Covid- 19, entre 2020 e 2021. A investigação aponta que parte do dinheiro recebido teve como destino os representantes da entidade e servidores públicos, que teriam subcontratado empresas de fachada sediadas em outros estados.

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