Operação Confraria: Governo afirma que servidores envolvidos serão afastados

De acordo com o Executivo, os desdobramentos estão sendo acompanhados com atenção

O Governo de Goiás se posicionou, por meio de nota de posicionamento, sobre a Operação Confraria, deflagrada na manhã desta quinta-feira, 6, pela Polícia Federal, em que foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e quatro de prisão temporária. Entre os presos estão o ex-presidente da Agetop, Jayme Rincón, o presidente da Companhia de Desenvolvimento (Codego), Júlio Vaz, o gerente geral da Codego, Márcio Gomes Borges e sua esposa Meire Cristina Rodrigues Borges, que é assessora especial da Governadoria.

A Operação é um desdobramento da Cash Delivery, que prendeu o ex-governador Marconi Perillo (PSDB) em outubro. Confira o texto na íntegra:

O Governo de Goiás acompanha com atenção os desdobramentos da Operação Confraria, da Polícia Federal, realizada na manhã desta quinta-feira e informa que já foi determinado o afastamento dos servidores, citados na operação, de seus respectivos órgãos. O Governo de Goiás enfatiza ainda que apoia e colabora com todas as investigações do Ministério Público Federal e da Polícia Federal.

Mandados de busca e apreensão foram realizados na sede da Codego, na secretaria de Desenvolvimento e no gabinete onde Meire trabalha, no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, além das casas de Márcio Borges e Júlio Vaz.

Entenda do início

A Operação Cash Delivery foi deflagrada no dia 28 de setembro, prendeu cinco pessoas e cumpriu mandados em endereços ligados a Marconi. No inquérito consta que o ex-governador, ao solicitar os valores para suas campanhas, se mostrava favorável às demandas da Odebrecht em Goiás, como na construção do VLT, além de obras de esgoto no Entorno do Distrito Federal. São investigados o recebimento de propina de R$ 12 milhões durante as duas últimas gestões de Perillo.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.