Operação Araguaia da Secima realizou 274 abordagens no mês de julho

Objetivo era reduzir a pressão sobre a fauna, em especial os peixes, coibir o despejo de lixo nas praias e as invasões nas unidades de conservação

Foto: Caio César Neves Sousa/Secima

Fiscais da Gerência de Compensação Ambiental e Áreas Protegidas da Secima realizaram, no período de 16 a 30 de julho, 274 abordagens no Parque Estadual do Araguaia e na Floresta Estadual do Araguaia. As ações resultaram em dois autos de infração por atividade lesiva ao meio ambiente, totalizando R$ 3,3 mil em multas.

A Operação Araguaia da Secima foi desenvolvida no mês passado devido ao período de férias escolares e à temporada de praias no Rio Araguaia. Os propósitos eram principalmente reduzir a pressão sobre a fauna, em especial os peixes, coibir o despejo de lixo nas praias e as invasões nas unidades de conservação, reduzindo o impacto nesses locais bem como nas áreas de seu entorno.

Durante a fiscalização foram lavrados dois termos de apreensão e depósito para quatro redes e duas tarrafas. Também foram apreendidas outras 15 tarrafas, sete redes, quatro estilingues, uma arapuca e pindas. Todos esses equipamentos foram destruídos ao final da operação. Não foi constatada invasão das áreas indenizadas das unidades de conservação para instalação de acampamentos e estacionamento de veículos.

Atividades

As atividades de fiscalização da Secima foram realizadas no distrito de Luís Alves, município de São Miguel do Araguaia, ao longo do perímetro do Parque Estadual e da Floresta Estadual do Araguaia. Elas incluíram monitoramento terrestre e fiscalização embarcada no Rio Araguaia.

A Operação Araguaia realizada no período de férias escolares de julho visa combater as ações de pesca predatória, bem como orientar o turista/pescador a respeito da cota permitida para consumo no local, o tamanho mínimo e máximo do pescado e as espécies protegidas.

Os fiscais da Secima também atuaram no combate à caça e à exploração florestal por parte de turistas e ribeirinhos, além de coibir queimadas sem autorização do órgão ambiental competente, e as invasões das unidades de conservação por acampamentos e veículos. Eles orientaram os turistas sobre os limites das unidades de conservação e quais eram as atividades permitidas e proibidas nesses locais.

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