Oito festas clandestinas são encerradas em Aparecida de Goiânia, nesta madrugada

Uma das aglomerações continha mais de 300 pessoas; ao todo, quatro estabelecimentos, entre bares, restaurantes e distribuidoras, foram fechadas, e 192 pessoas multadas pelo não uso de máscara

Foto: Prefeitura de Aparecida de Goiânia

Nos dias pós feriado de Corpus Christi, fiscais intensificaram atuação para coibir festas clandestinas e aglomerações no município de Aparecida de Goiânia. Na madrugada deste sábado, 5, para domingo, 6, os agentes encerraram oito festas, apreenderam quatro caixas de som mecânico e oito carros com som automotivo. Ao todo, dos 67 estabelecimentos visitados, entre bares, restaurantes e distribuidoras, quatro foram interditados por falta de documentação para funcionamento. 192 pessoas ainda foram multadas em R$ 111 pelo não uso de máscara.

Uma das festas encerradas continha mais de 300 pessoas em uma chácara no Jardim dos Buritis, região leste da cidade. Das pessoas que estavam na festa, 153 foram multadas por não estarem usando máscara de proteção. O espaço foi multado em mais de R$ 40 mil por promover aglomeração e outras irregularidades.

No momento, Aparecida está no cenário verde, de risco baixo, com isolamento social intermitente por escalonamento regional das atividades econômicas. Desse modo, os comércios não essenciais fecham uma vez por semana, conforme a macrozona em que se encontram e a cada dia, de segunda a sexta, fecham duas das dez macrozonas da cidade. Assim, festas e eventos podem ser realizados, desde que sejam seguidas as regras estipuladas por portaria específica após aprovação do Comitê de Prevenção e Enfrentamento a Covid-19 de Aparecida, como o local ter todos os alvarás e documentação.

De acordo com o secretário executivo do Grupo de Segurança Institucional, Davi Lorero, desde o início do ano até o dia 04 de junho a fiscalização encerrou 66 festas clandestinas, sendo quase 20 da última quinta-feira, 3, até este sábado. “A população está sendo vacinada, mas a pandemia ainda não acabou. Infelizmente as pessoas não têm consciência disso e insistem em aglomerações. Um número alto em vista dos números de internações e mortes por Covid em todo o país. E como essas desobediências às regras e normas dos decretos municipais vigentes têm sido comuns, intensificamos a força-tarefa para coibir essa prática”, sublinhou Davi.

O coordenador de fiscalização, Delazaro Gomes, ainda explica que a maioria das denúncias vêm de moradores vizinhos, por conta do som alto e da movimentação de pessoas. “Todos os veículos com som automotivo e as caixas de som mecânico foram encaminhados para o pátio da Semma. Para recuperação os proprietários precisam pagar multa e assinar termos de liberação”, pontuou. Ele ainda ressalta que, caso o morador flagre alguma irregularidade ou descumprimento das regras sanitárias, pode acionar as equipes de fiscalização pelos canais de denúncia, com os números: 3545-5992, 153, 3238-7216 ou 98459-1661, para perturbação do sossego público.

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