Notícias de 2016 que são muito Black Mirror

Lista mostra que realidades especulativas criadas por série britânica já são muito mais que mera ficção

Reprodução/Netflix

Depois da internet e das redes sociais, a TV aberta fidelizou em 2016 um novo concorrente. A Netflix, provedora global de filmes e séries de televisão via streaming, caiu de vez no gosto dos brasileiros e teve muita gente perdendo horas de sono para fazer maratona de atrações disponíveis na plataforma e que viraram febre por aqui. Black Mirror, sem sombra de dúvidas, é uma delas.

A série britânica criada por Charlie Brooker apresenta realidades futuristas e especulativas, por vezes sombrias e quase sempre satíricas, que “examinam” a sociedade atual, sobretudo no que diz respeito às possíveis e imprevisíveis consequências das novas tecnologias.

A atração passou a integrar o catálogo da Netflix em outrubro de 2016 e fez tanto sucesso que virou até meme dizer que algum fato (ou fatalidade) do nosso cotidiano poderia muito se tornar enredo para um episódio da série. Pensando nisso, o Jornal Opção selecionou algumas notícias de 2016 que, sim, são muito Black Mirror.

Matéria publicada pelo Jornal Opção no dia 9 de dezembro | Arquivo

 

A reportagem publicada em maio no site da Superinteressante te lembra algum episódio de Black Mirror? | Reprodução

 

Direitos de robôs? É o que noticiou o portal da rádio ONU em setembro de 2016 | Reprodução

 

A selvageria humana em uma mistura de Jogos Vorazes e BBB. A matéria publicada em dezembro é do Huffpost Brasil | Reprodução

 

Reportagem publicada em junho deste ano pelo site TechTudo | Reprodução

 

Jornal Nacional desta semana exibiu uma reportagem que denuncia golpe de hackers, que usam vídeos de sexo para extorquir e ameaçar internautas | Reprodução

Uma resposta para “Notícias de 2016 que são muito Black Mirror”

  1. Avatar Yuri Pimenta Soares disse:

    Já vi em um documentário sobre comunicar-se com mortos através de um site. O mais curioso é que eles usavam um sistema igual ao do episódio (eles usavam as redes sociais do falecido para copiar padrões das falas da pessoa para que alguém pudesse “conversar” com ela).

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