“Não aceito pressão, relatório vai sair na hora que eu entender que é a correta”, diz Humberto Aidar

Em uma das oitivas mais polêmicas da CPI dos incentivos fiscais, o parlamentar, que é relator da comissão, foi cobrado sobre a entrega do parecer

Deputado Humberto Aidar (MDB) tem protagonizado as discussões sobre incentivos fiscais | Foto: Felipe Cardoso/Jornal Opção

A oitiva do presidente da Associação Brasileira Pró-Desenvolvimento Regional Sustentável (Adial Brasil), José Alves Filho, que também é presidente da Refrescos Bandeirantes, foi, com certeza, uma das mais polêmicas da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos incentivos fiscais.

Isso, porque, José Alves Filho é protagonista de um desgaste com a Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), após ter divulgado uma nota na imprensa em que critica a Casa pela instalação das CPIs (incentivos fiscais e Enel), que considera serem motivos de suposta insegurança jurídica no Estado.

Com isso, os parlamentares o convocaram para depoimento, que foi protagonizado por um “acerto de contas” entre empresários e deputados. Entre as reivindicações, houve quem cobrasse do relator, o deputado Humberto Aidar (MDB), a entrega do relatório.

Sobre isso, o parlamentar se posicionou: “Não aceito pressão, o relatório vai sair na hora que eu entender que é a hora correta”. Ele também disse que não falta muito para o fim das oitivas e que o foco agora é escutar a Secretaria de Estado da Economia, já que os dados apresentados por alguns dos empresários não batem com aqueles entregues pela pasta à comissão.

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