MPF pede gravações e documentos de avião que caiu com Teori

Corpos das cinco vítimas do acidente em Paraty estão no IML e devem ser liberados ainda nesta sexta-feira (20/1)

| Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

O Ministério Público Federal (MPF) em Angra dos Reis solicitou à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e ao Comando da Aeronáutica as gravações das conversas entre a torre de controle e o piloto do avião que caiu na tarde da última quinta-feira (19/1) à tarde no litoral sul do Rio de Janeiro, matando o ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), e mais quatro pessoas.

A procuradora da República Cristina Nascimento de Melo, designada como responsável pela investigação em Angra dos Reis, solicitou também documentos relativos à manutenção da aeronave, um bimotor modelo Beechcraft C90GT King Air.

O avião caiu perto de Paraty (RJ) na tarde de quinta-feira. No acidente, morreram também o empresário Carlos Alberto Fernandes Filgueiras, amigo de Teori; o piloto, Osmar Rodrigues; e duas mulheres, a massoterapeuta Maira Lidiane Panas Helatczuk e a mãe dela, Maria Hilda Panas.

A Polícia Federal (PF) e a Força Aérea Brasileira (FAB) também informaram ter aberto investigações para esclarecer os motivos da queda do avião.

Os corpos de todas as cinco vítimas, que haviam ficado presos às ferragens do avião e submersos, foram resgatados na madrugada e início da manhã desta sexta-feira (20/1) e levados para o Instituto Médico Legal do município vizinho de Angra dos Reis. A expectativa é de que sejam liberados ainda nesta sexta.

O velório do ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki, morto hoje (19) em um acidente aéreo em Paraty (RJ), deve ser realizado em Porto Alegre. Segundo assessores próximos da presidente do STF, Cármen Lúcia, a ministra informou que irá respeitar a vontade da família para que a cerimônia ocorra na capital gaúcha e não na sede do Supremo, em Brasília.

O velório do ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki deve ser realizado em Porto Alegre. Segundo assessores próximos da presidente do STF, Cármen Lúcia, a ministra informou que irá respeitar a vontade da família para que a cerimônia ocorra na capital gaúcha e não na sede do Supremo, em Brasília.

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