MPF determina investigação sobre menor quantidade de doses de vacina contra Covid-19 recebidas em Goiânia e Aparecida

Na semana passada, o Butantan atribuiu o problema ao preparo das equipes que fazem a aplicação do imunizante

CoronaVac, vacina produzida pelo Butantan │Foto: Divulgação

O Ministério Público Federal, por meio do procurador Ailton Benedito, determinou abertura de investigação sobre menor número de doses de vacinas contra Covid-19 recebido por cidades goianas. Os imunizantes considerados em falta em até 20% após recebimento são da CoronaVac, produzida pelo Butantan.

A representação foi feita pelo deputado federal Elias Vaz (PSB) que solicitou ação civil pública para investigar a reclamação de municípios, entre eles Goiânia e Aparecida, que teriam recebido menor número de doses em até 20% menor do que especificado nos frascos. Outros 15 estados relataram situações parecidas.

Na semana passada, o Butantan atribuiu o problema ao preparo das equipes que fazem a aplicação do imunizante e eventual desperdício.

O instituto afirmou ter investigado as notificações e constatado que todas envolvem prática incorreta “na extração das doses nos serviços de vacinação”. As ampolas têm 5,7 ml, volume suficiente para 10 aplicações prometidas, segundo o levantamento do Butantan.

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