Movimento MariMar ganha força e inaugura comitê político em Goiânia na próxima semana

Local contará com farta distribuição de material de campanha exclusivo para a ação. O objetivo é fazer com que o movimento agregue ainda mais adeptos

Foto: Divulgação

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Está prevista para a próxima segunda-feira (8/9) a inauguração de um comitê político para os integrantes do movimento intitulado “MariMar”, grupo suprapartidário que apoia, concomitantemente, a reeleição do governador Marconi Perillo (PSDB) e a candidatura da presidenciável Marina Silva (PSB-Rede).  O comitê será sediado na Avenida T-10 com a T-4, na antiga sede da empresa Avestruz Master, em Goiânia.

Um dos idealizadores do movimento, o presidente nacional do PHS, o goiano Eduardo Machado, informou, em entrevista ao Jornal Opção Online, que o comitê contará com farta distribuição de material de campanha exclusivo para a ação. O objetivo é fazer com que o movimento, aventado inicialmente nas redes sociais, agregue ainda mais adeptos. “Somente ontem e hoje recebi mais de cem telefonemas de lideranças de vários partidos interessados na nossa ação”, destacou.

Além do PHS, o movimento MariMar conta com o apoio do PPS, de integrantes do PSDB, e de cerca de 50 dissidentes do PSB que preferem apoiar a reeleição do governador Marconi Perillo em detrimento da candidatura do governadoriável da legenda, Vanderlan Cardoso.

“Dois líderes”

Integrante do conselho político da candidatura de Marina e um dos coordenadores da campanha marconista, Eduardo Machado frisa que a ação não tem como objetivo principal fazer com que os dois candidatos se apoiem em um possível segundo turno. “Somos pessoas que pensam de maneira semelhante. Independente de quem Marina e Marconi vão apoiar, queremos o melhor para Goiás e para o Brasil”, disse.

Eduardo Machado também lembrou que a ex-senadora tem reforçado em seu discurso que não irá governar com partidos políticos, mas com grandes nomes, e no entendimento do dirigente do PHS, Marconi seria um desses nomes. “Os dois estão na frente nas pesquisas. Os dois são líderes”, acrescentou.

O presidente nacional do PHS também lembra que o partido, de uma maneira ou de outra, apoiaria o candidato a presidente do PSB. “Mesmo sem perspectivas eleitorais, nosso partido já tinha optado por caminhar com Eduardo Campos”, disse, emendando que o PHS foi a primeira legenda a oferecer espaço para Marina Silva em 2013, quando a ex-ministra não conseguiu criar a própria sigla, a Rede.

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