20 anos sem Ayrton Senna

Túmulo de Ayrton Senna

Túmulo de Ayrton Senna

Nos jornais, na televisão, nas redes sociais – Ayrton Senna é o nome que se ouve neste 1º de maio. Há 20 anos atrás o Brasil assistia ao vivo o momento que marcou a história da Fórmula 1 no país e no mundo. Na sétima volta do Grande Prêmio de San Marino, no autódromo de ímola, na Itália, a a 300km/h, Ayrton Senna, 34 anos, bateu no muro de concreto e o país parou, segurando a respiração.

O tricampeão mundial da Fórmula 1 foi levado ao hospital Maggiore de Bolonha com o coração batendo com a ajuda de aparelhos. O primeiro boletim médico, às 10 horas, falava em perda de sangue e múltiplas fraturas no crânio. Por volta das  14h, horário do Brasil, a notícia da morte do ídolo veio, finalizando um histórico de grandes vitórias.

O corpo de Senna chegou ao Brasil no dia 4 de maio, mas só foi enterrado no dia seguinte no Cemitério do Morumbi, em São Paulo. Na lápide do túmulo, que recebe várias visitas nesta triste data, é possível se ler: “Nada pode me separar do amor de Deus”.

Segurança nas pistas

Após a morte de Senna novos padrões de segurança passaram a ser discutidos, e alguns detalhes foram implementados com base em falhas detectadas no acidente que causou a morte do piloto em 1994. A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) tornou obrigatória, por exemplo, a implementação da proteção da parte traseira e lateral do carro para evitar que a cabeça do piloto fique desprotegida. Outra mudança foi o reforço na chamada célula de sobrevivência, que é a parte do carro onde fica o piloto. Ela é capaz de absorver grandes impactos, mesmo em alta velocidade

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