Moradores cobram conclusão de obra em Praça de Esportes de Goiânia

Ampliação e revitalização da praça teve início em junho de 2016 e ainda não foi finalizada

Foto: Divulgação

Na manhã desta sexta-feira, 7, moradores realizaram manifestação pela finalização das obras de revitalização e ampliação da Praça de Esportes no Setor Pedro Ludovico em Goiânia. O ato contou, também, com a participação do vereador Paulo Magalhães (PSD).

A obra foi autorizada pelo então governador Marconi Perillo (PSDB) em junho de 2016. A empresa ECO Engenharia Eireli EPP, vencedora da licitação feita pela Agência Goiana de Transportes e obras (Agetop), abandonou o serviço recentemente, alegando falta de repasse financeiro pelo Governo de Goiás.

O projeto da obra, no valor de R$ 4.855.027,99, previa a conclusão do bloco dos vestiários, reforma da pista de atletismo e saltos, das muretas e das quadras poliesportivas. Além disso, também incluía implantação de cobertura e arquibancadas, recuperação do piso das quadras poliesportivas e da área externa do parque aquático, ampliação do estacionamento, guarita no acesso principal e um quiosque para alimentação e lazer.

Parte da obra iniciada na Praça de Esportes. Foto: Divulgação

Com a não entrega da obra, a comunidade se mobilizou no que chamaram de Manifesto Popular para cobrar a conclusão. Os moradores, então, formaram uma Comissão que conta com representantes da Associação Pró-Melhoramento, da Escolinha de Futebol do Areião, da Escola Estadual Visconde de Mauá e outras lideranças da região, além de Paulo Magalhães.

“Nosso objetivo é nos reunir com o governador eleito Ronaldo Caiado (DEM) e cobrar o retorno imediato e a conclusão dessa obra. E vamos também acionar o Ministério Público para acompanhar os trabalhos e impedir uma nova paralisação”, afirmou o vereador.

Antes do início das obras, a praça, que era considerada espaço de lazer e recreação da comunidade, recebia milhares de pessoas, entre idosos e crianças, para prática de esportes, como atletismo, natação, hidroginástica, futebol, vôlei e basquete.

Jornal Opção entrou em contato com a Agetop para cobrar um posicionamento, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.

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