Ministerio da Saúde assina compra de 100 milhões de doses de vacina para 2022

No território goiano, há 935.057 casos de doença pelo Coronavírus. Destes, há o registro de 904.199 pessoas recuperadas e 24.512 óbitos confirmados, o que significa taxa de letalidade de 2,72%

O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, assinou nesta segunda-feira, 29, um contrato para compra de 100 milhões de doses de vacina contra a Covid-19 da Pfizer para 2022. A assinatura da compra foi feita nesta manhã em evento no Hospital Martagão Gesteira, em Salvador, na Bahia.

Com a compra programada para o próximo ano, ainda há possibilidade de se adquirir mais 150 milhões de doses, através de expansão de contrato. A proposta é disponibilizar 354 milhões de doses para 2022. Além do imunizante da Pfizer, o governo também fez a aquisição de 120 milhões de doses da Astrazeneca. Não há expectativa para compra da Coronavac. 

De acordo com Ministério da Saúde, o custo da vacinação no próximo ano é de, aproximadamente, R$ 11 bilhões. No dia 18, a pasta também havia pedido ao Ministério da Economia R$ 1,4 bilhão para a suplementação de verba para a aquisição de mais vacinas.

Até o momento, o Brasil alcançou a marca de 62,5% de vacinados com as duas doses da vacina, somando um total de mais de 132 milhões (132. 789. 239) de pessoas com o esquema completo. Além disso, a campanha de 2022 prevê mais duas doses para idosos e mais uma para pessoas com até 59 anos, além da dose de reforço, anunciada em novembro pelo Ministério de Saúde, para toda população adulta.

Goiás

Em Goiás, levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) aponta que, referente à primeira dose, foram aplicadas 5.195.269 doses das vacinas contra a Covid-19. Em relação à segunda dose, foram vacinadas 4.021.533 pessoas. Os dados são preliminares e coletados no site Localiza SUS do Ministério da Saúde.

No território goiano, há 935.057 casos de doença pelo Coronavírus. Destes, há o registro de 904.199 pessoas recuperadas e 24.512 óbitos confirmados, o que significa uma taxa de letalidade de 2,72%. Há outros 390 óbitos suspeitos que estão em investigação.

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