Mercadorias roubadas no Fujioka e na Novo Mundo podem ter sido revendidas em camelódromos de Goiânia

Smartphones, televisores e notebooks eram objetos preferidos do grupo, preso em Trindade, mas que atuava na Região Metropolitana e outras cidades

A Polícia Civil suspeita que a quadrilha especializada em roubos a grandes lojas de eletroeletrônicos em Goiânia e Região Metropolitana, desbaratada na madrugada desta segunda-feira (9/6), pode ter revendido as mercadorias para lojas de leilões e camelódromos da capital.

Pela facilidade de serem carregados televisores, smartphones, tablets e notebooks eram os objetos de preferência do bando, que tinha como alvo lojas do Fujioka e da Novo Mundo em Goiânia, Trindade, Iporá, Goianira, Nerópolis, Itaberaí, Santa Helena de Goiás, Anápolis e Inhumas.

Ao Jornal Opção Online, os delegados Adriana Ribeiro, da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), e Pedro Ribeiro da Silva, do Grupo de Repressão a Roubo de Residências, afirmaram que as investigações serão aprofundadas em desdobramento para saber quem seriam os receptadores dos produtos. “Ainda é prematuro citar nomes dos envolvidos”, informou Pedro Ribeiro. “Suspeitamos que celulares roubados de pessoas nas ruas possam ter sido repassados. Queremos que as pessoas procurem a delegacia [e registrem a ocorrência] para investigarmos”, apelou Adriana Ribeiro.

Quatro mandados de prisão foram cumpridos e outros dois indivíduos foram presos em flagrante por porte de documentos falsos no Setor Vida Nova, em Trindade. Todos já tinham passagem por roubo, falsificação de documentos e tentativa de homicídio. Foram apreendidas também duas armas de fogo (uma pistola calibre 380 e um revólver 38), impressoras e três carros: um GM Corsa, modelo Hatch, e dois Fiats, sendo um Palio e um Weekend.

Agora, o grupo será indiciado pelos crimes de roubo e formação de quadrilha. A operação teve início às 4h30 e teve a participação de policiais do Grupo Anti-Sequestro (Gas) e Anti-Roubo a Banco (Gab) da Polícia Civil e os agentes chegaram aos presos por meio de informações da Polícia Militar.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.