Pré-candidato a deputado federal, o jornalista chegou a ser sondado pelo MDB, pelo Novo, pelo PSD e pelo próprio PSB, partido ao qual estava filiado anteriormente

Recém filiado ao PSDB para concorrer a uma das 17 cadeiras disponíveis para a Câmara Federal, o jornalista Matheus Ribeiro definiu pelo partido porque entendeu que a sua trajetória de independência seria fundamental no processo de pré-candidatura, onde o novo tucano terá liberdade para ir às urnas neste pleito de 2022. A definição ocorreu após várias conversas sobre política e sobre a sua pré-candidatura com o presidente do Diretório Regional do partido, Marconi Perillo, com quem definiu que as premissas do acerto que se consolidou após o convite do ex-governador.

“A minha trajetória de independência como jornalista será valorizada no abrigamento da minha pré-candidatura onde, com muita humildade e trabalho vou buscar pela eleição pelo PSDB”, diz o político, que deve aparecer entre os 18 nomes da chapa a Brasília pela sigla. O jornalista chegou a cogitar entre o PSD, MDB e o próprio PSB, partido ao qual estava filiado no início do ano. Além disso, chegou a receber um convite formal do presidente nacional do partido, Baleia Rossi (MDB) após uma articulação do pré-candidato a vice-governadoria Daniel Vilela (MDB), que também é presidente do Diretório Regional do partido.

Sem o acerto com a sigla, o politico chegou ao PSDB no final da “janela partidária”. Com isso, o partido será a quarta sigla de Matheus Ribeiro. O jornalista já passou pelo Patriota, PCdoB e o próprio PSB. Apesar das divergências ideológicas entre as siglas, Matheus diz que nunca teve “nenhuma vida partidária ou atuação política”, conforme afirmou ao Jornal Opção no início do ano, ao retornar ao Estado.

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“Bons quadros”

O novo tucano cita, inclusive, o ex-governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), como um dos “bons quadros” do partido, o qual foi comunicado sobre a sua preferência pelo ninho tucano. Matheus diz que os assuntos que o “motivam e inspiram” na política passam pelos pilares da social-democracia, com a descentralização política, o Estado a serviço do povo e o crescimento sustentável, os quais foram determinantes para a sua escolha partidária. “Chego com disposição para somar aos bons quadros do partido e, assim, continuar com o legado de trabalho em nome do desenvolvimento de Goiás”, afirma.