Maternidade Oeste começa a ser construída nesta terça-feira, em Goiânia

Valor inicial da unidade está avaliado em cerca de R$ 49 milhões, com recursos do Ministério da Saúde e da Prefeitura de Goiânia

Projeto de como deve ficar a nova unidade de saúde em Goiânia, no Conjunto Vera Cruz I | Ilustração: Prefeitura de Goiânia

Projeto de como deve ficar a nova unidade de saúde em Goiânia, no Conjunto Vera Cruz I | Ilustração: Prefeitura de Goiânia

As obras do Hospital e Maternidade Oeste estão marcadas para começar nesta terça-feira (16/2), como divulgou a Prefeitura de Goiânia nesta segunda (15). A unidade será construída no Conjunto Vera Cruz I, na Região Oeste da capital.

De acordo com a prefeitura, a maternidade será referência em atendimento humanizado à mulher e terá de diferente a oferta também de serviços de saúde direcionados às crianças. Os partos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) serão todos feitos em unidades públicas, informou o Paço.

A nova maternidade atenderá toda a demanda que hoje é feita com convênios com redes particulares. Idealizada em 2013, a obra será lançada às 8h30, em parceria com o Ministério da Saúde.

O Hospital e Maternidade Oeste segue os padrões adotados no Hospital e Maternidade Dona Íris (HMDI), inaugurado em 2012, informou a prefeitura. A nova unidade será construída em 15.326,32 metros quadrados de área e receberá a demanda de atendimento à mulher e ao recém-nascido das regiões Oeste, Campinas, Centro e Sudoeste.

Com projeto e licitação lançados pelo prefeito Paulo Garcia (PT) e o secretário municipal de Saúde, Fernando Machado, em 2015, os investimentos iniciais estão avaliados em cerca de R$ 49 milhões. Os recursos são do Ministério da Saúde e do tesouro municipal.

A prefeitura informou que os “projetos essenciais” para iniciar a obra já foram aprovados pela Gerência de Infraestrutura da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e pelo setor de fiscalização de obras da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Seinfra).

A previsão da SMS é de que 40% dos partos em Goiânia sejam realizados na nova unidade. “Isso vai ser suficiente para permitir que o poder público faça todos os partos do SUS em maternidades públicas. A partir da construção dessa maternidade, não dependeremos mais da compra de serviço de hospitais privados conveniados para fazer o atendimento materno”, disse Fernando Machado.

A unidade

Serão 179 leitos: 62 de obstetrícia, 23 de ginecologia, 31 pediátricos, dez de Unidade Terapia Intensiva (UTI) neonatal, nove Unidades de Cuidado Intermediário Neonatal Convencional (UCINCo), cinco Unidades de Cuidado Intermediário Neonatal Canguru (UCINCa), cinco berçários, duas salas de observação pediátrica, duas salas de intercorrência pediátrica, oito leitos de observação, duas salas de emergência, cinco salas de recuperação pós-anestésica e 15 salas de parto normal.

Segundo o secretário de Saúde, a Maternidade Oeste terá capacidade de realizar aproximadamente 800 partos por mês quando passar a funcionar com capacidade total.

Programas de prevenção a Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), câncer e atendimento desde o pré-natal à assistência da mulher e do recém-nascido farão parte dos serviços oferecidos pela nova unidade de saúde. (Com informações da Secretaria Municipal de Comunicação)

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